O CEO Noivo Da Minha Irmã Um Amor dos sonhos O casamento

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Cap. 36

         O CEO Noivo Da Minha Irmã

                      Adrian

Gisele está feliz, e eu estou animado com nossa crescente intimidade, mas ao chegar na loja acabei sendo excluído com o Guilherme já na entrada, e então não perdi tempo em ir atrás de uma joalheria, e seguimos até o shopping Diamond Mal.

      Nitidamente tive uma sensação estranha ao entrar na joelheira, e logo em seguida houve um novo lapso de memória, e então acabei encerrando com qualquer dúvida que tinha, pois definitivamente eu estou fazendo o certo.

      Pois me lembrei que há um anel, e jóias em Atenas no meu apartamento, que comprei para a Gisele, na joelheira com ela, mas mesmo assim fiz questão de comprar outro anel, e um lindo par de alianças, e mais um colar e brincos em safiras. Guilherme vendo minha compra generosa e a tensão da vendedora, sorriu divertido e me deu um leve cutucão, em seguida cheio de brincadeira deu sua opinião.

        — Wow vai com calma irmão aqui é brasil, se você não parar de escolher os itens mais caros daqui, logo irão pensar que estamos prontos para assaltar a loja, é perigoso chamarem a polícia para nós.

        Fiquei um pouco sem entender a piada, mas logo Guilherme me explicou, e então dei risada com ele, e, em seguida escolhi mais um colar e outro par de brincos e entrei na brincadeira.

        — Agora sim, minha mulher merece e vale até o risco de prisão.

       Gargalhei, a vendedora então com ainda mais medo chamou dois homens, o gerente e depois o dono e só então fechamos o negócio com meu cartão automático. Só depois de tudo pago eles relaxaram, e Guilherme depois falou com a moça provavelmente explicando quem eu era e saímos dando risada da agonia dos empregados da loja.

   Ainda entramos em uma loja masculina, e sai usando um terno, na cor cinza claro, pronto para casar.

      De volta à loja de vestido de noiva no centro histórico da cidade foi rápida, e logo depois o imprevisto de não podemos nos ver. Coisa totalmente ridícula para mim, mas a encantadora designer de vestido, fez questão de colocar uma faixa de seda nos meus olhos.

         Sem alternativa, aceitei a situação e segui no banco da frente, enquanto a Gisele entrou no banco de trás, também com olhos vendados.

       Ela toda preocupada chegou a me perguntar, se eu me sentia confortável, pois só ela sabia que era difícil para mim, aquela situação, e ainda chegou a afirmar que ela não se importava de que eu a visse.

       Apesar da tortura que senti de está cego de novo, eu peguei a mão dela e fiz questão de beijar-la a tranquilazando, e logo depois partimos.

       Somente por ela, eu poderia passar por isso, o caminho foi rápido, e ao chegarmos na fazenda, Gisele foi levada, em seguida para meu alívio sou liberado pelo Guilherme.

     — Pronto amigo, tire essa faixa do seus olhos, pois posso sentir sua agonia.

     Guilherme me surpreendeu, com a afirmação, pois eu não tinha ideia de está transparecendo o meu estado de pura agonia.

        — Merda, estava tão nítido assim?

        — Sim, inclusive peço desculpas, pois tive que vir em alta velocidade para acabar com seu sofrimento.

       — Obrigada, Guilherme.

         Fiz questão então de explicar o motivo do meu pavor, e ele ficou impressionado, e depois pegou na minha mão, me puxando para um abraço, ali próximo ao carro.

        

         — Cara eu já te admirava, mas agora sou seu fã, Adrian, e aquela garota linda é sortuda demais,

         — Não irmão, eu que sou sortudo, pois ela não mereceu tudo que aconteceu com ela.

       — Deixa de conversar amigo, ela está totalmente radiante, e vocês estão prontos para dar início a corrida da felicidade.

         — Certo, agora vamos que estou louco para chegar na linha de partida.

         — Ahh entendo, vamos lá.

   Definitivamente Guilherme, é um cara  incrível, e estou grato por ter encontrado ele em Interlagos em São Paulo, é sem sombra de dúvidas foi o destino.

     Pouco depois conheci a mãe da Gisele rapidamente com o marido dela, e os seus três irmãos, com a ajuda do Guilherme como intérprete, trocamos algumas palavras.

       Eles não foram nada receptivos, só educados, pois como adquirir a percepção de linguagem corporal quando estava cego, pude perceber imediatamente, a reação deles, porém já estava ótimo eles ali, e realmente eu pretendia ir embora logo após o almoço, com a Gisele.

      Então estava tudo adequado para todos. Finalmente relaxei e fui para o local esperar a minha futura esposa.

       Gisele então surgiu como uma linda princesa, e nesse momento me lembrei do que a pequena Julie me disse na escola de cego em São Francisco, que ela era linda como a princesa do conto de fadas, e definitivamente a menina tinha razão.

      Minha Gisele é a mais linda princesa, mas estranhei ela estar andando sozinha pelo gramado do jardim, pois eu esperava o marido da mãe dela a trazer até a mim,    no pequeno altar até o juiz de paz.

      Meus olhos de repente, molharam e senti tanta emoção, ela porém, apesar de tentar parecer feliz, estava

     Então, assim que ela me encontrou no altar, eu puxei sua mão de forma carinhosa e a beijei, tentando acalmá-la.

    O juiz foi rápido, e como eu não entendi nada, também não fiz questão de muito diálogo, só no momento de dizer sim, foi traduzido para mim, mais uma vez por Guilherme que estava ao meu

      Fizemos as trocas das alianças, e com um longo beijo apaixonado finalmente encerrou a cerimônia.

    Logo depois assinamos os documentos, e em seguida tudo terminou, eu realmente não estava preocupado com o casamento  aqui do Brasil, pois meu plano era me casar em Atenas na igreja ortodoxa grega, mas realizei tudo para deixar a Gisele confiar em mim.

      Ela está um pouco melhor, mas seguiu nervosa, e logo depois entendi o motivo, a família dela não ficou para o almoço de comemoração.

      Com certeza o motivo é que eles não me aprovaram, por pensar que sou noivo da irmã dela, e novamente fiquei possesso com a minha idiotice. Mas, Guilherme e o pai, e a mãe dele, até tentaram falar com parentes dela, mas foi em vão.

       Eu então a abracei e tento consolá-la, e depois de tanto segurar o pranto ela chorou nos meus braços, me sinto com ódio de mim, por causar essa dor a ela, mas não há o que fazer, então tento falar palavras doces.

       — Tranquila meu amorzinho, você não está fazendo nada errado, eu que errei com você.

        — Não Adrian, eu sou culpada e pecadora.

       — Shiiii, nunca mais diga isso, você é minha esposa agora, e ninguém tem direito de te magoar, pois você não cometeu pecado nenhum e eu vou te proteger.

         Então a beijei até ela se esquecer de tudo, e em seguida com nossos anfitriões festejamos. 

   

  Autora: Graciliane