Olívia Bennett
Chegamos no hospital há trinta minutos, mas parece que já se passaram horas que estamos aqui a todo o momento olho para o relógio na parede da sala de espera ansiosa por notícias do Alex, ao menos os meus filhos estão aqui comigo em segurança dormindo tranquilamente mal sabem eles que o pai levou um tiro e nesse momento está sendo atendido pelos médicos.
Só esse pensamento faz as lágrimas que haviam cessado voltar a escorrer pelo meu rosto, os gritos da Jessé me culpando pelo que aconteceu não saem da minha cabeça, o Alex levou um tiro no meu lugar, ele entrou na minha frente. Se eu não tivesse deixado a minha raiva me dominar, isso não teria acontecido e o Alex estaria bem.
Eu não posso perdê-lo, isso seria como perder a mim mesma, nossos filhos precisam do pai e eu preciso do meu marido, meu companheiro, minha alma gêmea.
Philip _ Calma, Olívia dará tudo certo, o Alex vai ficar bem.
Olívia _ Tomara que você esteja certo, porque eu não sei o que farei sem o meu Alex.
Philip _ Você não vai ficar sem ele.
Olívia _ Há Philip a culpa é minha, se eu não tivesse dado aquele soco na Jessé nada disso teria acontecido.
Philip _ Não diga isso, a culpa é daqueles dois miseráveis, uma avó sequestrar os próprios netos por dinheiro, onde já se viu isso?
Marcos _ Liv querida, que bom está bem!
Robert _ Ficamos preocupados!
Meus tios chegam com a Teresa e a Nicolle.
Olívia _ Estou bem, mas o Alex não.
Robert _ Conte como foi que isso aconteceu, estamos em choque até agora.
Olívia _ Ele entrou na minha frente e foi atingido para me salvar.
Digo chorando ainda mais, recebendo o consolo dos meus tios.
Philip _ O Bhert era amante e cúmplice da Jessé, aquele traidor filho da puta tentou matar a Olívia quando ela deu um soco na Jessé, mas o Alex percebeu o que ele ia fazer, entrou na frente.
Teresa _ O meu menino, a meu Deus, proteja ele.
A Teresa diz começando a chorar, o Alex é como um filho para ela e sem dúvida ela, sim, foi uma mãe de verdade para ele.
Nicolle _ Meu Deus, que coisa horrível!
Olívia _ Somos nós, eu sou a esposa dele.
Dr Stanford _ Bom Senhora Fletcher fico feliz em dizer que o seu marido está fora de perigo, ele teve muita sorte, a bala atravessou o ombro esquerdo, por pouco não atingiu o coração. Ele desmaiou devido à perda de sangue, nos contemos a hemorragia e fizemos uma transfusão de sangue e tratamos a ferimento.
Olívia _ Posso velo?
Dr Stanford _ Pode, sim, vocês todos podem, ele está acordado e está ansioso para vela com os seus filhos.
Philip _ Doutor, quanto tempo ele vai ficar aqui no hospital?
Dr Stanford _ Bom vamos deixá-lo essa noite em observação se tudo correr bem e não houver nenhuma complicação ou febre ele será liberado amanhã. Queiram me acompanhar.
Com o coração aliviado e muito mais calma sigo o médico com e os outros, logo estamos diante do quarto que o Alex ocupa.
Dr Stanford _ Podem entrar, eu preciso atender outros pacientes, mas qualquer coisa é só tocar a campainha que uma enfermeira vem aterde-los.
O Dr diz seguindo pelo corredor a Nicolle e a Teresa vem com os meus filhos dormindo agora em seus colos para o Alex poder velos e eu sou a primeira a entrar, minhas pernas agem por conta própria quendo vejo o meu marido sentado na cama com um sorriso no rosto olhando para mim. É impossível não correr até ele e o abraçar, mas um gemido de dor me faz me conter um pouco.

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