Cindy abriu os olhos e olhou para Arielle com toda a sua raiva.
Arielle fingiu não vê-la. Eu sabia que Henrick iria punir a Shandie, seja a castigando ou a mandando para algum lugar. Mas mandá-la ao monastério vai fazê-la sofrer muito mais.
Logo em seguida, a empregada desceu a escada com seis malas.
Arielle questionou: “Nossa, ela vai precisar de tudo isso no monastério? Pensei que a tia Louisa iria providenciar para ela umas roupas, certo?”
Cindy a olhou com raiva. “Está esfriando. Ela vai precisar levar mais roupas para se aquecer.”
Henrick se mete. “Sannie está certa. O Monastério tem tudo o que ela precisa, inclusive roupas de inverno. Além disso, ela não poderá levar nenhum aparelho eletrônico. Se ela ficar lá com distrações, ela não vai refletir seus erros!”
“Mas…”
Cindy estava prestes a refutar suas palavras, mas Henrick a calou com um olhar gelado. “Eu pensei que você tinha concordado que ela precisava refletir seus erros, mas parece que não compartilha dos mesmos sentimentos. Então você a esbofeteou para fazer cena?”
Cindy rapidamente mudou de ideia. “Eu me preocupo caso ela fique doente. Esqueça isso, então.”
Consequentemente, a empregada empacotou tudo em uma só mala.
Quando Shandie chegou ao monastério e percebeu que só havia uma mala com suas coisas, ela quase perdeu a cabeça.
Meu Celular! Cadê meu celular?
“Peça à mamãe que me mande meu celular agora mesmo!”
A empregada abriu sua boca para responder, mas a irmã de Henrick, Louisa Southall, apareceu antes que ela pudesse dizer alguma coisa.
Mamãe deve ter me abandonado, sua única filha! Eu me decidi. Se ela não me salvar desse lugar, eu não vou mais a considerar como minha mãe!
Na residência da família Southall, Arielle pegou a carta que ela havia dado à empregada. Essa é a carta que Cindy escreveu para Shandie. Arielle subornou a empregada para mentir para Cindy dizendo que a carta havia sido entregue a Shandie. E pediu que todas as cartas que Cindy escrevesse fossem parar nas mãos dela.
Como a empregada foi paga para isso, ela concordou em ajudar Arielle sem hesitar.
“Sra. Arielle, eu devo ir agora.”
“Está certo.” Arielle esperou que a empregada saísse antes de pegar a carta.
A carta estava cheia de rabiscos, mostrando como Cindy estava ansiosa. Claro, ela provavelmente estava perturbada vendo como sua filha tinha sido enviada para o monastério. Ainda assim, no momento em que ela recuperar seus sentidos, ela iria ter Arielle como seu alvo. Eu preciso me preparar para sua retaliação.
Arielle focou seus olhos para ler a carta, onde Cindy explicava o por que tinha batido em Shandie a fim de aliviar a raiva de Henrick. Ela também assegurou a Shandie que a salvaria em breve. Shandie deveria ouvir e seguir as instruções de sua tia Louisa e não criar nenhum problema lá. Não tinha nenhuma informação útil até Arielle chegar no final da carta.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...