“Arielle, volte aqui! Você está louca?” Vinson bateu à porta com força.
“Vá agora! Não se preocupe. Encontro você assim que recuperar o que quero. Eu prometo que não vou morrer aqui.”
Com isso, ela ignorou os gritos de Vinson e correu em direção ao último andar.
Todo o edifício tomado pela fumaça espessa do incêndio.
Não demorou muito para que o corpo de bombeiros e a polícia chegassem.
Vinson foi encontrado por um grupo de bombeiros.
“Senhor, preciso que saia conosco imediatamente. Temos que evacuar, pode haver outra explosão!”
Ele se negou e disse: “Não! Minha amiga ainda está lá em cima!”
Um bombeiro olhou para ele com os olhos arregalados. “O quê? Quer dizer que ainda tem alguém lá em cima?”
Nessa mesma hora, outro bombeiro apareceu. “Capitão, tenho más notícias! De acordo com algumas testemunhas, tem crianças presas no último andar!”
“O quê?” O capitão ajeitou o capacete e se dirigiu a Vinson. “Senhor, eu preciso que você vá para a saída com eles agora mesmo! Trarei sua amiga de volta.”
“Não, eu vou com você. Peça a alguém para arrombar a porta!”
“Senhor, não posso deixá-lo arriscar. É muito perigoso. Ei, alguém tire ele daqui!”
Então, alguns bombeiros o arrastaram em direção à saída.
Neste momento, houve uma quarta explosão.
O impacto da explosão sacudiu todo o edifício.
“Capitão, o prédio pode desmoronar a qualquer momento e não sabemos se haverá outra explosão. Devemos recuar?”
O chefe dos bombeiros hesitou ao ouvir essas palavras.
Foi uma decisão dividida entre continuar subindo ou voltar para a saída.
Nesse meio tempo, as funcionárias pensaram que seus filhos já haviam sido evacuados pelo zelador quando a explosão aconteceu.
Quem está chorando? Ainda tem alguém preso aqui? Achei que todos tivessem saído do prédio.
No início ela pensou ser apenas sua imaginação. Porém, logo ela percebeu ser real e que mais de uma pessoa estava chorando.
O que está acontecendo aqui?
Ela seguiu em direção ao som e chegou à brinquedoteca.
Ela abriu a porta e encontrou um monte de crianças na sala enquanto os 'responsáveis' não estavam nem à vista.
“Droga!” Ela foi tomada por raiva.
“Eu sempre soube que aquele homem não tinha coragem para cuidar de crianças, mas como ele poderia conseguir abandoná-las quando o prédio explodiu Que monstro! Preciso focar, agora não é hora de apontar culpados.”
Ela se aproximou de um deles e disse: “Ei, garoto, você poderia levar as outras crianças para um lugar seguro? É só subir as escadas e ir até o final do corredor. Tudo está pegando fogo, então vocês não podem mais ficar aqui.”
“Mamãe, eu quero minha mãe...” A criança chorou.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...