Zion retraiu sua aura e lançou a Jared um olhar frio. “Vou deixar passar desta vez pelo bem do Sr. Sanders, mas deve entregar a pintura que obteve na tumba.”
“Por que eu deveria? Só por cima do meu cadáver!”
A obra de arte era valiosa demais. Nunca entregaria.
O homem respondeu com um resmungo frio. “Por que ficar com algo que nem sabe apreciar? Você só vai arruinar uma obra inestimável! Me dê a pintura e perdoarei suas dívidas. Sei que foi você quem matou os dois homens da família Shalvis e o da seita da tempestade, e posso te tirar de encrenca.”
“Vai sonhando! Não vou te dar. Terá que me matar para isso!”, disse com uma careta e um sorriso irônico.
Era óbvio qual o objetivo de sua vinda.
O rosto de Zion empalideceu. Então rangeu os dentes e ameaçou: “Não me teste.”
E, mais uma vez, começou a emanar uma aura para ameaçá-lo.
“Espere. Antes que lance qualquer ataque aqui, devo primeiro informar ao Sr. Sanders”, interveio o general.
Ele então pegou seu telefone, pronto para fazer uma ligação.
Zion lançou olhares furiosos em sua direção e bufou frustrado: “É melhor você ficar de olho!”
Com uma expressão cheia de fúria, deu-lhes as costas e saiu.
Theodore suspirou aliviado, suas costas já encharcadas de suor frio. Teria surtado se o homem tivesse atacado, pois na verdade não tinha o número de telefone do Sr. Sanders.

Havia negligenciado a cultivação por um bom tempo já. Mas agora que tinha a pintura, teria acesso a uma rica fonte de energia espiritual. Devo aproveitar essa oportunidade para avançar na minha cultivação. Serei capaz de resgatar minha mãe se progredir.
VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Dragão Supremo (Jared)