“Você ficou forte. Não é de se admirar que tantos queiram te matar. Se seus poderes continuarem aumentando, todo mundo vai ter que reajustar suas classificações”, comentou Quintus observando-o.
Após o comentário, o peito dele começou a emanar um brilho dourado quase tão brilhante e majestoso quanto o de Jared.
Não demorou muito para que uma armadura também o envolvesse.
“Vamos ver se seu corpo de golem é páreo para meu escudo divino.”
Assim que terminou de falar, um poder infinito surgiu dele. Uma energia marcial feroz se elevou de dentro dele, alcançou o céu e Quintus rugiu.
Seu corpo era como um foguete. Lá, aos seus pés, havia uma chama intensa impulsionando-o para frente em alta velocidade.
Moveu-se tão rápido que quebrou a barreira do som, resultando num estrondo que encheu o ar. Foi tão intenso que os outros tiveram que cobrir os ouvidos para se proteger.
Jared observou o movimento, então acelerou para baixo e voou em sua direção também.
Era como se estivessem usando sua velocidade e força para determinar qual de seus corpos poderia suportar mais pressão.
Clang!
Metal contra metal. Ondas sonoras ecoaram do topo da montanha, pulverizando o pico.
Quintus se sentiu tonto. Àquela altura, seus órgãos internos já pareciam fora do lugar.
Gotas de luz dourada choveram do céu, e entre elas estavam algumas escamas. Quando atingiram o chão, desapareceram.
“De novo!”, exigiu o homem zangado antes golpear mais uma vez.
Clang!
Clang!
De certa forma, os dois se transformaram em meteoros dourados que colidiam um contra o outro no ar, depois se separavam e colidiam de novo.
Todos os outros ficaram boquiabertos ao testemunhar o que estava acontecendo diante deles.
Nunca tinham visto ninguém lutando daquela forma antes. Aquilo não é uma luta de verdade. Estão apenas sendo bárbaros e chocando cabeça com cabeça.

Se eu drenar os poderes dele, obterei um benefício cem vezes maior do que absorver energia vital!
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