Assim que Angelo a ouviu, seus olhos brilharam e ele lambeu os lábios. “Haha! Isso significa que vou morrer entre mulheres.”
Cecilia estava tão furiosa que ofegava pesadamente, mas não ousou dizer nada.
Depois de ajudá-lo a se instalar, a mulher destruiu tudo na sala para desabafar a raiva em seu coração.
Era a única maneira que tinha de expressar suas emoções.
“Aquele homem pode mesmo nos ajudar? Por que tenho a sensação de que ele não é uma pessoa confiável?”, perguntou uma das anciãs, perplexa.
“Exatamente. Parece um inútil e lascivo. Me dá vontade de arrancar os olhos dele”, disse outra, com fúria.
Cecilia se recompôs antes de falar devagar: “E, apesar disso, ele é nossa única esperança por enquanto. Lembrem-se do que eu disse. Quando o momento crucial chegar, peguem Millie e fujam. Não se preocupem comigo—”
De repente, a garota irrompeu e encarou a irmã com os olhos lacrimejantes. “Nunca vou embora sem você!”
Vendo que ela havia entrado correndo e descoberto tudo, Cecilia fez um gesto para as anciãs saírem.
“Não seja teimosa. Estou fazendo isso para proteger o Palácio Carmesim. Enquanto você estiver viva e tiver o decreto da líder do palácio, poderá reconstruí-lo”, disse a mais velha dando um passo à frente e enxugando gentilmente as lágrimas de Millie.
“Não vou. Não vou te deixar para trás. Se você morrer, então morreremos juntas. Não consigo viver sem você, Cecilia!” A garota enterrou a cabeça em seu abraço.
“Sua boba. Você já está crescida. Pode viver bem sem mim.” Cecilia começou a chorar também. Queria ficar com a irmã mais nova. Além disso, sabia que ela teria uma vida difícil se a deixasse, já que ainda era jovem.
No entanto, não tinha outra escolha senão se preparar para o pior.
Nesse momento, Jared veio à mente da garota, que perguntou: “Cecilia, onde está Jared? Para onde ele foi?”



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