“Muito bem, já que está disposto, entre. Os outros, porém, não estão autorizados a fazê-lo.” Assim que terminou de falar, sua figura desapareceu no ar.
Jared encarou a escuridão além dos portões, então voltou-se para a dupla que o acompanhava e disse: “Me esperem aqui, eu vou entrar e dar uma olhada.”
“Tenha cuidado!”, relembrou Flaxseed.
O cultivador assentiu e no momento em que adentrou o lugar, o espaço atrás de si flutuou e ele desapareceu de vista.
A escuridão logo foi substituída por um palácio altíssimo e um cenário pacífico, mas vibrante. Todos usavam vestes típicas de magos e amuletos flutuavam pelo ar, mas Jared parecia invisível àquelas pessoas.
“Isso corresponde à época em que a seita era próspera?”, murmurou ele para si, incapaz de evitar.
Quando ainda seguia perdido em pensamentos, o velho de antes reapareceu na sua frente de repente e disse: “Siga-me.”
O cultivador assentiu e o seguiu para dentro do palácio que perfurava as nuvens até pararem diante de uma estátua, que piscou três vezes após o velho entoar, baixinho, um feitiço.
Então, voltando-se para ele, o velho disse: “Para se tornar parte da Seita Skywrath, você não pode carregar consigo conflitos internos ou distrações, deve ser bondoso e mentalmente forte. Vou entrar em seu corpo, agora. Relaxe e libere todo os seus sentidos espirituais.”
Sem perder tempo, Jared fechou os olhos e fez o que lhe foi ordenado enquanto aguardava se examinado.
O velho se transformou num raio de luz, adentrou seu corpo e vagou por tudo lá dentro, mas quando alcançou sua mente, uma luz dourada iluminou a escuridão e um dragão também dourado surgiu na sua frente abrindo a boca. Seus olhos brilhavam como lanternas, eram orgulhosos e avaliavam-no de cima com um senso de superioridade.

VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Dragão Supremo (Jared)