“Como vai me punir?”, perguntou Jared com calma sem quaisquer sinais de medo embora a arma estivesse apontada para ele.
“Aleijando sua perna, é claro”, declarou.
Sem hesitar, puxou o gatilho. Era óbvio que se tratava de uma pessoa cruel.
Bang!
O tiro foi dado, mas o cultivador continuou parado onde estava, como se a bala não o tivesse atingido.
Ivano enrijeceu “Que p*rra é essa? Eu errei mesmo estando tão perto?”
Suspeitando que havia errado a mira, atirou de novo.
Bang!
Apesar do estrondo causado pelo tiro, Jared continuou no lugar, ileso, e os motoqueiros olharam pra seu líder sem acreditar.
Ele errou duas vezes?
“M*rda! Eu não acredito nisso.”
Bang! Bang! Bang!
Ivano atirou mais algumas vezes até que as balas acabaram, deixando-o sem alternativa se não parar.
O jovem ficou lá com um sorriso no rosto, inteiro, e não mostrava sinais de que tinha sido afetado.
Todos, desde o barbudo aos membros da irmandade encararam-no em completo choque, incapazes de compreender como ele continuava ileso. Dale tremia sem parar. Se não houvesse tanta gente em volta, teria se ajoelhado diante de Jared.
“Qual é a p*rra do problema com este revólver?”, disse o homem tatuado jogando a arma no chão, culpando-a pelo resultado.
O cultivador explicou com calma: “A arma não está com problema. Fui eu.” Então abriu as mãos e revelou várias balas, que caíram no chão em seguida.


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