“O que vamos fazer? Aquele canalha não será páreo se nos juntarmos”, disse Andrew.
“Seus subordinados também foram envenenados. Como Ichiro tem o antídoto, eis o que vamos fazer...”, disse, e prosseguiu explicando seu plano.
Os olhos do homem se iluminaram e, sem hesitar, concordou.
“O que está fazendo? Mate-o!”, vociferou o jetroiniano observando o impasse entre os dois.
Em resposta, Jared gritou: “Me perdoe pelo que vou fazer, Andrew!”
No momento seguinte, um brilho dourado piscou de seu punho e foi lançado contra Andrew, como se tivesse perdido a paciência. Não se importava mais se aquele diante de si era um senerisiano.
Bum!
Com um estrondo, o homem foi arremessado na direção de Ichiro que gritou: “Seu pedaço de merda, levante-se!”
Ele mesmo ergueu-o enquanto continuava a insultá-lo.
No entanto, no momento em que foi posto de pé, Andrew agiu e, enfiando a mão no peito do espadachim, puxou um saco de pó branco.
Atordoado com a ação repentina, quando recuperou os sentidos para atacar, não foi rápido o suficiente e levou um chute que o fez dar alguns passos para trás.
Se não fossem os três encapuzados, teria caído no chão.
Seguindo suas instruções, os encapuzados entoaram ainda mais rápido, fazendo os lírios-de-aranha-vermelha emitirem uma névoa rosada mais intensa.
Em resposta, Jared lançou um feitiço com as mãos e acendeu duas bolas de chamas azuis dançantes nas palmas de suas mãos e as lançou nas flores.
Bum!
O choque das chamas com a névoa causou uma explosão, incinerando as flores.
Ichiro se enfureceu, pois aquelas flores eram o tesouro mais precioso de sua família e as havia levado até ali sem permissão, era certo que seria punido ao retornar; não sabia como explicaria.
“Eu vou te matar!”, esbravejou ele avançando contra Jared.

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