O Labirinto de Amor romance Capítulo 589

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Galdina bateu na porta bem cedo, eu abri a porta e vi que ela ainda estava um pouco atordoada, então não pude deixar de dizer:

- O que faz você estar aqui tão cedo?

Ela se apoiou em mim e disse:

- Castiel foi para a base, eu não consigo dormir sozinha, então vim dormir com você!

Segurei minha testa, um pouco desamparada:

- Também vou sair daqui a pouco, se você estiver com sono, descanse no hotel hoje, não vá trabalhar.

Eu a ajudei a deitar na cama, então peguei minha bolsa e saí.

Base de IA.

A polícia procurou por alguns dias, mas não encontrou nenhuma informação útil. Castiel ficou mais desapontado com eles, e mandou-os diretamente embora.

Guilherme continuou o projeto da Aldeia L, e naturalmente fez bons planos para o futuro. Havia tecnologia de IA de reserva na capital, e tudo foi transportado para lá.

Neste momento o pessoal estava lá dentro instalando-o, Larissa estava na base comandando e organizando tudo. Quando ela me viu, havia desdém em seu olhar, mas não disse nada desagradável.

Eu não entendia muito dessas coisas, então fiquei de lado servindo de assistência. A base que tinha sido destruída foi reparada novamente, e não havia nada diferente para se ver.

Castiel e Larissa estavam conversando sobre o trabalho e eu assisti enquanto o pessoal trazia novas tecnologias de IA.

Dois trabalhadores transportaram uma escavadeira para dentro, não muito grande, mas totalmente inteligente. Eles colocaram a máquina no chão e foram embora.

Eu estava um pouco curiosa e não pude deixar de me aproximar para dar uma olhada mais de perto. A escavadeira inteligente não tinha sido ligada, então parecia uma pilha de sucata.

Às vezes eu realmente me pergunto por que tantas crianças gostam deste tipo de coisa.

- Estas coisas, elas são usadas para ajudar no desenvolvimento. - Uma voz veio de trás de mim, era Caio.

Eu congelei e não pude deixar de dizer:

- Ajuda no desenvolvimento?

Ele acenou com a cabeça:

- Não há muitos trabalhadores de força física em Aldeia L, e todo o trabalho subsequente é basicamente deixado para estas máquinas.

- Os mesmos que foram roubados antes?

Ele acenou com a cabeça:

- Pois é, foi isso que atrasou todos os projetos, mas ainda bem que temos uma reserva, não é problema iniciar o projeto daqui. O que nos preocupa é que estas tecnologias sejam vazadas e acabemos sem nenhuma maneira de usar os direitos autorais, aí o problema será grande.

- Dá licença! - transeuntes iam e vinham, alguém falou isso e eu dei um passo atrás subconscientemente para facilitar a passagem de outros.

Mas eu não imaginei que trombaria acidentalmente com a máquina atrás de mim, me desiquilibrei e a empurrei de leve para me firmar.

A máquina caiu diretamente para trás com um enorme estrondo. O incidente foi tão repentino que ninguém teve tempo de reagir.

A máquina de altur de dois metros caiu, mas felizmente era muro atrás dela, a queda não foi tão dramática quanto poderia ter sido.

Caio me segurou e me olhou, perguntando:

- Você está bem?

Sacudi a cabeça e me virei para olhar a máquina que tinha batido no chão, alguns cantos estavam quebrados.

- Eu...

- Kaira, é você de novo? Você é mesmo uma azaração em pessoa, nunca se tem paz quando você está por perto. - Larissa se aproximou e fez um gesto para que os trabalhadores levantassem as máquinas novamente.

Olhando para mim, ela disse:

- Você sabe o quanto essas coisas valorizam? Sabe como é difícil consertar essas coisas?

Foi meu descuido, então eu curvei minha cabeça e pedi desculpas:

- Desculpe, não foi de propósito, eu me responsabilizo por todos esses danos!

- Ah, tá! Depender de homem é bem legal mesmo, chega e já sai dizendo que você será responsável por tudo. - Larissa sempre me olhou com desagrado e, como a culpa era minha, ela naturalmente não largou esta oportunidade.

Vendo que a Larissa estava passando dos limites, abriu a boca para interrompê-la:

- Srta. Larissa, creio que a coisa mais importante a se fazer agora é você analisar como a máquina deve ser consertada, deixe que eu cuidarei do resto.

- Você... - Larissa estava zangada, mas ainda assim se calou sob o olhar frio de Caio.

Voltando-se para a máquina, ela começou a explicar a extensão dos danos em voz alta.

Ela estava dizendo isso com a voz tão alta propositalmente para que eu ouvisse, obviamente.

Percebendo as marcas na parede, não pude deixar de me aproximar para verificar e ver que onde a máquina tinha acabado de bater, uma camada de tinta branca da parede tinha sido removida, revelando o tijolo de dentro.

Ao me ver olhando de perto, Caio falou:

- Senhora, está lotado e bagunçado aqui, por que não vai para o escritório?

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