O Labirinto de Amor romance Capítulo 660

Atualize Capítulo 660 Solte ela, eu assino! 9 de O Labirinto de Amor por Internet

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Senha: O Labirinto de Amor Capítulo 660 Solte ela, eu assino! 9

- Guilherme, eu cheguei. Acorde! Não adormeça, não adormeça! - Eu tirei meu casaco e o coloquei nele, enquanto esfregava o corpo dele para o aquecer.

Ele não reagiu. Eu queria levantá-lo, mas ele parecia sem consciência e não tinha como caminhar comigo. Eu o carreguei nas costas, movendo para a entrada do freezer.

Eu disse aos fones de ouvido:

- Olavo, eu encontrei Guilherme. Ele está no freezer, sem consciência. Venha cá rápido!

De repente, a porta do freezer se fechou de novo. Eu fiquei confusa e logo descobri a estranheza. Depois, a temperatura caiu de forma drástica.

A frieza me envolveu, com o ar frio me agredindo de todos os lados.

Com Guilherme nos braços, eu mandei recados para os fones de ouvido repetidamente, mas parece que a ligação foi interrompida e eu não tinha como falar com Olavo.

O corpo de Guilherme ficava cada vez mais frio e foi se tornando rígido. Eu o abraçava fortemente e não parei de chamar:

- Guilherme, não adormeça! Eu sou Kaira e vim procurar você! Não durma. Eu vou ficar chateada. De jeito nenhum você pode dormir!

Quando está medrosa demais, não tenho como controlar o meu raciocínio. Eu falei com Guilherme repetidamente, mas ele não respondeu nada. Eu estava fria e ansiosa.

Gradualmente, os cantos húmidos no freezer começaram a se congelar, até o ar foi se tornando gélido.

O meu corpo também ficava inflexível e Guilherme estava pior. Eu esfregava as mãos dele por muitas vezes e tentei muito falar. As lágrimas ficaram congeladas no meu rosto e o gelo afiado me doeu imensamente.

Ainda não havia movimentação lá fora e a condição de Guilherme já chegou ao limite. Eu, meio colapsada, estava com o corpo estremecido e chorava, abraçando Guilherme apertadamente. Eu tampouco sabia o que estava dizendo.

Além disso, eu tinha ficado em freezer antes, com medo de frio originalmente. A reação corporal ficou cada vez mais aparente, começando a ter tremores. Nesse momento, veio a voz vaga de Guilherme ao meu ouvido:

- Solte ela, eu assino!

Foi a primeira frase que Guilherme disse desde que eu entrei. Eu tentei abrir os olhos para o ver, mas o corpo já estava meio congelado.

A porta do freezer foi aberto. Quem entrou foi Castiel, que usava um terno elegante de cor vermelha escura, com um sorriso leve como sempre tinha.

Eu já tinha previsto tudo. Mas quando ele apareceu, eu ainda não tinha como aceitar que ele nos tratava de forma tão cruel.

- Traga o contrato. Por favor, presidente Aguiar! - A primeira frase dele é para seus funcionários e a segunda é para Guilherme.

Eu disse em tom desconfiante:

- Como é que você pode fazer assim?

Castiel olhou para mim, curvou os lábios e sorriu gentilmente:

- Kaira, eu devo agradecer você por esse assunto. Senão, Guilherme não iria assinar esse contrato mesmo que morresse congelado.

Ele deixou o contrato na frente de Guilherme e sorriu levemente para ele:

- Presidente Aguiar, você realmente ama bastante a Sra. Kaira. Não recuou por dezenas horas, mas logo se comprometeu após a chegada dela. Você me deixou conhecer o que é amor!

 - Canalha! - eu não me controlei a xingar. Com o corpo já rígido, Guilherme tinha dificuldade de abrir os olhos. Ele teria se desmaiado se não por causa de mim.

Castiel entregou uma caneta na mão de Guilherme e o forçou a assinar. Olhando para Guilherme e Castiel, eu retirei abruptamente a faca que Olavo me deu e a pressionei contra a garganta de Castiel:

- Nos libere. Senão, vamos morrer juntos!

- Você acha que podem sair agora? - Castiel semicerrou os olhos, olhando para Guilherme, que quase estava perdendo a vida.

Reprimindo o medo, eu aumentei a força de pressionar a faca:

- Mande seu pessoal levá-lo fora do freezer. Rápido!

Perante meu ato repentino, os outros não se atreveram a agir sem cautela. Com ruídos lá fora, um grupo de pessoas se apressaram para cá. Ao ver Olavo, eu tomei um fôlego.

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