Bianca conversava amigavelmente com os outros convidados. Sua mãe, por outro lado, falava sobre ela com Nigel:
— Quando Bianca nasceu, havia tantas crianças no hospital, mas ela era a única que estava limpa e bonita! Você ainda se lembra da sua expressão quando Bianca tinha acabado de nascer? — Dorothy piscou para a filha.
— Como era? — Nigel teve que perguntar, já que não se lembrava.
— Você estava todo tremendo e segurando ela com tanto cuidado que parecia que nossa filha era uma bomba. — Dorothy riu.
Nigel apenas sorriu e, sem prestar atenção no que fazia, não falou mais nada e olhou para Anne. Sua filha cortava a carne do prato, enfiando-a na boca e mastigando lentamente.
— Anne, você quer comer mais alguma coisa? — Perguntou.
Distraída e apreciando a comida, a jovem levantou a cabeça e perguntou:
— Hum? —
Vendo que os cantos de sua boca estavam sujos de molho de pimenta, Nigel riu, pegou uma toalha molhada e limpou os cantos da boca da filha. Por outro lado, Anne corou com aquele gesto tão gentil e íntimo vindo do pai. Então, tomou para si a toalha molhada para se limpar, agradecendo-o.
Quando viram aquilo, Bianca e Dorothy, tomadas pelo ciúmes, mudaram a expressão em seus rostos.
— Não, quero mais nada não, pai. Estou quase cheia — disse Anne.
O celular de Nigel tocou. Sobressaltado, ele pegou o celular do bolso e se deparou com uma mensagem de texto, na qual havia um “oi” de Sarah. Olhou para os dois lados e encarou a mensagem por alguns segundos, enfiando o celular de volta para o bolso, como se nada tivesse acontecido.
Dorothy achou a situação estranha. Quem poderia ser? Sentia sua mente aguçada, então perguntou:
— Qual o problema, meu querido? É trabalho? —
— Nada importante... fique tranquila. — Respondeu.
Quando viu essa cena, Anne estreitou os olhos. Dorothy parecia mais desconfiada que o normal. Até mesmo sentia a necessidade de saber o que tinha na mensagem de texto.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Magnata pai de trigêmeos
Cadê o resto! Não tem atualização?...