Tremendo de pavor, Anne lutou para escapar da banheira, mas assim que, entre tropeços e escorregões, conseguiu sair, Anthony a agarrou pela nuca e a puxou.
― Ugh! Não... ― Ela gritou chorosa.
O demônio a pressionou contra a pia do banheiro, forçando-a a encarar o reflexo no espelho, enquanto sussurrava em seu ouvido, diabolicamente:
― Apenas olhe para si mesma. Pare de se fazer de difícil. ―
― Não é isso... Deixe-me ir! Já chega... ― A jovem fechou os olhos, não suportando a humilhação de ver seu corpo abusado e torturado.
― Você sabe que isso está longe de ser suficiente... ― Ele continuou, em uma voz baixa e sem emoção, que causou arrepios na espinha dela. A jovem se lembrava da outra noite quase três anos atrás, quando tinha bebido demais e encontrado um homem no bar... então sabia o quão insaciável aquele homem era.
Lágrimas grossas rolaram por suas bochechas e caíram no chão. Então, o homem a puxou pelo braço, para fora do banheiro e a jogou na cama. A jovem ficou prostrada, de barriga para cima, segurando as laterais da cama e pensava em levantar quando o demônio entrou no quarto e fechou a porta, deixando o ambiente na escuridão total.
Uma figura pairou sobre seu corpo frágil e o demônio agarrou seu pescoço, a puxando para cima e forçando a sentar ereta enquanto se acomodava atrás dela.
Ela podia sentir o tórax dele pressionando contra suas costas a ponto de sentir os músculos do peito e o abdômen queimando na pele. Seu medo se aprofundou e ela queria correr, mas não ousou mexer nem um músculo.
Ela não sabia o que ele queria fazer, mas sabia que não era nada bom.
Anthony não afrouxou o controle sobre ela e simplesmente moveu a mão para cima, para agarrar seu queixo, e forçar para cima, enquanto enfiava um comprimido em sua garganta.
― Umf! ―
Ela lutou ainda mais e chutou as pernas no ar.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Magnata pai de trigêmeos
Cadê o resto! Não tem atualização?...