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O Preço do Amor romance Capítulo 218

— Eu entendo, eu entendo.

Sheila assentiu e tomou mais um gole de café para se acalmar. — Mas mudando de assunto, a viagem de negócios do seu Senhor Amaral está durando uma eternidade, não? Quando ele volta? Se você não fizer ele voltar logo para marcar território, tenho medo de que aquele Otávio acabe achando que é o dono do pedaço de verdade.

— Deve ser em breve, ele volta assim que resolver os problemas por lá. — Bianca também torcia para que ele voltasse o mais rápido possível.

As duas conversaram mais um pouco, e Sheila olhou para o relógio.

— Preciso voltar para a loja. Tenho um treinamento de confeitaria à tarde. Cuide bem da sua avó e de você mesma. Qualquer coisa, é só me ligar, estarei vinte e quatro horas à sua disposição!

Sheila pegou a bolsa, mandou um beijo no ar para Bianca e saiu apressada como um furacão.

Bianca sorriu ao observar a amiga desaparecer pela porta, sentindo um calor reconfortante no coração.

Ter uma amiga assim era realmente maravilhoso.

Ela tomou o resto do café sem pressa e se levantou, preparando-se para voltar ao quarto do hospital.

O que Bianca e Sheila não haviam notado era que, no sofá de canto bem atrás delas, um homem de cabelo milimetricamente penteado segurava uma xícara de café, com o corpo completamente rígido. Seu controle facial havia ido para o espaço, e seus ouvidos estavam mais atentos do que os de um coelho.

Era Alan.

Ele tinha ido até ali sob ordens diretas do Senhor Amaral, que estava no exterior, para checar se a senhora precisava de alguma ajuda no hospital e aproveitar para saber do estado de saúde da Vóvó Lúcia.

Alan acatou a ordem e escolheu de propósito a manhã de sábado, achando que a senhora estaria um pouco mais livre nesse horário.

Ele foi primeiro à área de internação, onde a enfermeira disse que Bianca tinha acabado de descer.

Imaginando que a senhora poderia ter saído para comer ou comprar algo, Alan decidiu esperar lá embaixo e aproveitar para comprar um café e despertar um pouco.

O aroma dos grãos daquela nova cafeteria em frente ao hospital parecia muito bom.

Alan entrou, com a intenção de pedir um café com leite e levar um para a senhora também.

Assim que terminou o pedido no balcão e pegou a senha, ele se virou e viu aquela silhueta familiar sentada perto da janela.

Era a senhora, acompanhada de sua amiga dona de cafeteria, Sheila.

Capítulo 218 1

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