O subordinado ao lado do homem interveio,
“Este é o campeão de boxe do mercado negro deste ano, mas não conseguiu sobreviver um minuto diante dele. Está ficando cada vez mais feroz.”
O homem balançou a cabeça,
“Ainda é porque a comida é fraca demais. Se eu jogasse o Carlos lá dentro, quem morreria com certeza seria ele.”
O subordinado imediatamente disse: “Ele, claro, não pode ser comparado ao Sr. Belo.”
O homem refletiu, “Um dia, eu vou capturar o Carlos, jogá-lo lá e deixá-los lutar, para que vocês possam apreciar o que é uma verdadeira emoção!”
Disse isso e saiu do quarto, indo para o lado de fora.
Lá fora, a visão era de um horizonte infinito do mar!
O homem se acomodou em uma cadeira de vime para tomar sol, de frente para o mar.
O subordinado, percebendo a situação, ficou afastado alguns metros atrás dele, sem ousar se aproximar.
Alguns gatos brincavam na areia e, ao vê-lo sentar, correram para ele com passos leves, pulando em seu colo para se aconchegar.
O homem os tratava com carinho, acariciando-os suavemente e fazendo-lhes cócegas.
Na pequena mesa redonda ao lado da cadeira de vime, estava o chá-verde que Carlos costumava beber.
Enquanto brincava com os gatos, ele pegou a xícara para beber o chá.
Suas mãos eram finas e claras, claramente de alguém que vivia no conforto, não alguém rude.
No pulso, ele usava um relógio, uma edição limitada da marca V, que tinha alguns anos e era idêntico ao que Carlos sempre usava.
Existem apenas dois no mundo, uma versão personalizada: Carlos tinha um e ele tinha o outro.
“Como estão as coisas na Cidade de Mar?”
O subordinado, a alguns metros atrás, respondeu,
“O informante reportou que hoje, devido ao ferimento de Bruno, o Sr. Belo foi até Quirguizes e ficou na enfermaria com Bruno durante a infusão; depois que terminaram, os dois foram embora.”
“O informante ficou observando o tempo todo, sem perceber nada suspeito. Parece que o Sr. Belo realmente foi buscar orientação com Serra.”
O homem deu uma risada fria, acariciando a cabeça do gato em seu colo, com um tom calmo e pausado,
“Impossível. Eu conheço o Carlos. Ele não iria para a Cidade de Mar sem razão. Com a habilidade dele, lidar com a família Punincon seria fácil, sem precisar de tanto esforço.”
“Essa viagem à Cidade de Mar não foi para ver o Serra!”
Ao abrir o casaco, apareceu novamente um saco plástico limpo.
Bruno limpou as mãos e abriu a última camada do saco plástico, revelando uma caixa preta.
A caixa era pequena, retangular, do tamanho de uma caixa de lenços, um cofre portátil.
Bruno exclamou animado, “Carlão!”
Carlos franziu a testa, olhando fixamente para a caixa.
Era equipada com um código de segurança e feita de um material raro, impossível de abrir à força.
Mesmo há mais de vinte anos, já era considerada alta tecnologia.
Carlos pegou a caixa para examiná-la, e no verso havia um bilhete colado com duas linhas escritas.
Claramente era a caligrafia de Natália:
【Dentro não há ouro nem jóias, mas o que está lá é extremamente perigoso.
O código pode ser digitado apenas cinco vezes. Se errar cinco vezes, a caixa explodirá automaticamente. A quem encontrá-la por acaso, não a abra impulsivamente.】

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...