Ledo voltou de mansinho para casa e, assim que entrou, deparou-se com Carlos!
Carlos estava sentado no sofá da sala, mexendo no celular. Percebendo o barulho, levantou os olhos em direção à porta...
Um ‘pequeno mendigo’, com o rosto todo sujo e o corpo imundo, invadiu o seu campo de visão.
O garotinho parecia ter acabado de voltar de uma favela ou, quem sabe, de ter brincado num lamaçal, igualzinha àquela Peppa Pig...
O rosto estava encardido, o corpo sujo, o cabelo desgrenhado, até os tênis estavam irreconhecíveis!
O rosto bonito do menino já não se via mais, completamente encoberto pela sujeira.
O cabelo, antes limpo e macio, agora parecia um ninho de passarinho.
O tênis branco que usara ontem para sair de casa já estava num tom de cinza-terra, todo colorido de vermelho, amarelo, azul, verde e preto.
O conjunto de agasalho de grife que vestia tinha uns… um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete... vários rasgos e buracos.
Da cabeça aos pés, não dava para imaginar que aquele era o pequeno senhorzinho de uma família rica!
Parecia mais um menino de rua do que o filho de alguém importante!
Se a Carolina Paz estivesse ali naquele momento, provavelmente nem reconheceria o próprio filho!
Era uma diferença absurda!
Carlos observou o filho querido de cima a baixo, suspirou levemente no íntimo e acenou com a mão:
"Venha aqui."
Ledo, sentindo-se culpado, coçou a cabeça e foi caminhando até ele, cumprimentando sem jeito: "Papai~"
Carlos examinou cuidadosamente o corpo do filho, certificando-se de que não estava machucado, só então perguntou:
"Está com fome?"
Ledo imediatamente assentiu com a cabeça. "Tô!"
Carlos disse: "Tem comida te esperando na cozinha. Primeiro vá tomar um banho e trocar de roupa, depois desça para comer."
Ledo olhou para Carlos com os olhos grandes e brilhantes, desconfiado:
"Papai, você não está bravo comigo?"
Carlos semicerrando os olhos, respondeu: "Por que eu ficaria bravo com você?"
Ledo gaguejou:
"Eu... eu fui para a fronteira do Paraguai sem avisar antes, e isso foi perigoso. Achei que você fosse ficar bravo."
Carlos respondeu num tom calmo:
Mas, ao vê-lo, não teve coragem de bater.
Depois de um momento de silêncio, Carlos suspirou novamente, passou a mão nos cabelos de Ledo e disse:
"Você não está errado em querer punir os maus, mas não deveria agir sem falar comigo antes. Esse tipo de aventura, você devia contar para o papai."
Ledo pensou: Se eu contasse, você não ia deixar eu ir~
Mas respondeu: "Você tá certo, totalmente certo! Da próxima vez eu vou prestar atenção!"
Demonstrando uma ótima postura para admitir o erro!
Antes que Carlos dissesse qualquer coisa, ele continuou:
"Então... papai, a gente ainda é amigo, né? Não! Quer dizer... a gente ainda é pai e filho, né?"
Carlos: "..."
Ledo, sem graça, disse:
"Se ainda somos pai e filho, então fica combinado que essa história fica só entre a gente, não conta pra mamãe, tá?"
Carlos: "E se eu disser que não somos mais?"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...