Carlos terminou de falar e mudou de assunto:
"Ouvi do Bruno Macedo que o Ivo acordou?"
Carolina assentiu com a cabeça:
"Acordou, mas o corpo dele está muito fraco, ficou consciente só por um instante e logo desmaiou de novo. A Tânia está lá dentro com ele."
Carlos franziu levemente as sobrancelhas. "Vou vê-lo."
Os dois voltaram juntos ao quarto do hospital. Carlos ficou olhando para Ivo por um longo tempo.
Ele não disse uma palavra, mas qualquer um podia perceber a dor e a preocupação em seu olhar.
Principalmente quando ele, de cabeça baixa, ajeitou cuidadosamente o cobertor de Ivo — o gesto era de um irmão mais velho cuidando do caçula ferido.
Para não atrapalhar, os dois permaneceram ali por mais alguns minutos e depois saíram.
Tânia Souza ficou sozinha, acompanhando Ivo.
O local estava cercado de seguranças — não só deles, mas também da polícia —, e era muito seguro.
No caminho de volta ao hotel, Carolina tentou tranquilizá-lo:
"Não se preocupe com o Ivo, ele só está debilitado. Com algum tempo de repouso, vai ficar bem. Já é uma bênção ele ter sobrevivido."
Carlos assentiu, puxando-a para mais perto e a envolvendo em um abraço apertado:
"Deus tem sido generoso comigo, permitiu que minha esposa e meu filho se reunissem em paz, que meus irmãos não fossem separados. Sou grato a Ele."
Deus: Se é grato, não me chame mais de ‘maldito’!
Carolina se aconchegou em seu peito, acariciando seu rosto com delicadeza, tentando acalmá-lo.
Depois de um tempo, ela perguntou: "Por que não vi o Bruno?"
Carlos semicerrrou os olhos; naquele momento, Bruno estava com Sullivan, extravasando toda sua raiva...
Quando ele foi ao hospital procurar por Carolina e Ivo, Bruno estava justamente torturando Sullivan, jogando sal na ferida aberta.
A carne da perna esquerda de Sullivan havia sido arrancada, deixando o osso exposto; ao jogar sal por cima, a dor fez Sullivan se ajoelhar, gritando de agonia.
Bruno era cruel? Ivo era cruel? Ele próprio era cruel?
Sim!
Mas todos tinham sido levados a isso!
Sullivan, quando assassinou Magnus Macedo e outros policiais civis, foi ainda mais cruel!
Ela engoliu em seco várias vezes, ofegante, e disse: "Você ainda está ferido!"
Carlos respondeu: "Já estou recuperado!"
Carolina rebateu: "Ainda não!"
Carlos murmurou: "Esses ferimentos não vão me matar, mas se você me negar, talvez eu realmente morra."
Carolina lhe deu um tapinha: "Credo, não fale em morte!"
Carlos disse, com a voz baixa e provocante: "Sinto tanta saudade de você…"
O rosto de Carolina ardia: "Preciso cuidar dos seus machucados antes!"
Sem dar chance para Carlos responder, ela o advertiu: "Senão, nada feito!"
Carlos, frustrado, mas sem querer preocupá-la, mordeu de leve, em tom de brincadeira, e a soltou.
Carolina respirou fundo várias vezes para se recompor.
Com as bochechas coradas, levou-o até o sofá, onde o fez sentar para examinar seus ferimentos.
Carolina já desconfiava que ele não estava gravemente ferido, mas quando ele tirou a camisa e ela viu todas aquelas cicatrizes pelo corpo, não conseguiu segurar as lágrimas nos olhos.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...