O motorista respondeu calmamente,
"O Cais 7 foi aberto há pouco tempo, a fiscalização ainda não é tão rigorosa e, além disso, é o mais próximo do mar aberto. Assim, você tem mais chance de escapar."
O plano de Henrique, desta vez, era fugir do cais até o mar internacional.
O mar aberto era perigoso, e nem Carlos nem Mateus conseguiriam pegá-lo facilmente!
Ao perceber que o motorista respondia corretamente, Henrique relaxou, tirando a mão da arma.
Ele retirou a agulha do braço e sentou-se. "Me dá um pouco de água."
A enfermeira trouxe uma garrafa de água mineral, abriu a tampa e entregou a ele.
Henrique tomou alguns goles e perguntou novamente,
"Vocês vão comigo?"
A enfermeira apenas assentiu com a cabeça, sem responder.
Henrique não insistiu. Afinal, ele tinha provas dos crimes do chefão, e este não ousaria matá-lo para silenciá-lo.
Só lamentou o fato de, mais uma vez, ter sido derrotado por Carlos e precisar deixar tudo para trás de forma tão humilhante!
Quem sabe quando conseguiria voltar?
Henrique sentia-se frustrado e inconformado. Ele havia suportado anos de dificuldades e planejado meticulosamente, mas, no fim, não conseguiu levar Carolina consigo!
Soltou um longo suspiro, franziu a testa e olhou pela janela, murmurando para si mesmo:
"Esperem por mim. Eu vou voltar! Enquanto eu estiver vivo, nenhum de vocês terá paz!"
Ao terminar, pensou em Helena e, de repente, seu humor melhorou um pouco.
Sérgio estava morto, a criança também não sobreviveu; mesmo que Helena conseguisse viver, passaria o resto dos dias imersa na dor!
E Mateus? Nunca mais teria um dia de felicidade!
Henrique pensou nisso e sorriu, seus lábios se curvaram enquanto o reflexo no vidro mostrava um rosto sinistro e assustador...
A ambulância seguiu por um tempo, desviando das câmeras de segurança, até parar em um canto escuro.
Ali, um caminhão baú aguardava.
Eles precisavam trocar de veículo para seguir até o cais.
Henrique entendeu que era apenas uma manobra de distração e entrou no caminhão sem resistência.
O ferimento se abriu de novo, e Henrique gritou de dor: "Aaah—!"
Foram mais de uma hora de tortura até que Henrique desmaiou de dor.
Mateus, segurando uma longa faca afiada, olhou friamente para Henrique e cravou a lâmina na raiz da perna dele!
Henrique gritou tão alto que acordou com a própria dor!
Abriu os olhos arregalados, sem entender direito onde doía, mas logo viu Mateus à sua frente.
Henrique ficou paralisado, as pupilas dilataram, os olhos quase saltando de susto,
"Você... você..."
Mateus, com o rosto fechado, apenas o encarava friamente.
Henrique, apavorado, o olhou por um longo tempo. Percebendo que realmente não havia como escapar, de repente sorriu,
"E daí se você me matar? Matando-me, Helena vai deixar de sofrer? Seu pai vai voltar à vida? E o filho de vocês, vai sobreviver? Hahaha..."
Mateus, agora completamente calmo, olhou para Henrique e disse friamente:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...