O ambiente estava tenso quando Wagner e Isabela chegaram de repente, trazendo algumas crianças.
Era sábado, então os pequenos não tinham ido à escola.
Fazia alguns dias que eles não viam Carolina e Carlos, e já sentiam saudades.
Como Carolina e Carlos não podiam voltar para casa ultimamente, os pequenos foram procurá-los no hospital.
Coincidentemente, Helena também havia acordado naquele dia, então foram visitar a madrinha e também o irmãozinho.
Assim que as crianças entraram, o quarto do hospital ficou imediatamente mais animado.
O clima entre os adultos também se tornou menos pesado.
Criança gosta mesmo de criança; depois de um tempinho no quarto, os pequenos começaram a pedir para ver o irmãozinho.
Na frente de Helena, Carolina mentiu dizendo que o médico não permitia visitas.
No meio do caminho, aproveitou uma oportunidade e levou-os discretamente para ver o Pequenino.
Querida, curiosa, perguntou: "Mamãe, por que você mentiu?"
Carolina explicou:
"O irmãozinho não está muito bem agora, e sua madrinha Helena ainda está muito fraca. Mamãe tem medo que ela fique abalada, por isso precisa esconder a verdade dela."
"Se ela souber que o irmãozinho está mal, pode desmoronar."
Laín, Ledo e LucasMiro franziram as sobrancelhas.
Em casa, já tinham ouvido Wagner falar sobre o nascimento prematuro do irmãozinho.
Querida segurou a mão de Carolina e, olhando para cima com o rostinho curioso, perguntou:
"Mamãe, por que o irmãozinho não está bem?"
Carolina franziu o cenho e respondeu:
"Você pode entender que o irmãozinho está doente, e é uma doença um pouco grave."
Querida perguntou: "Então, mamãe, você não pode salvar o irmãozinho?"
Carolina soltou um suspiro silencioso:
"A doença do irmãozinho é grave, a mamãe tem capacidade limitada, não consegue salvá-lo."
Querida franziu as sobrancelhas e disse: "E as outras pessoas?"
Os quatro irmãos estavam todos com a testa franzida. Laín perguntou:
"Vovô, esse é o filho da madrinha Helena e do padrinho Mateus?"
Wagner assentiu: "Sim, ele ainda é muito pequeno, não dá para saber com quem se parece."
Ledo perguntou: "Quando nascemos, também éramos assim tão pequenos?"
Wagner respondeu: "Vocês eram múltiplos, então ao nascer eram bem pequenos também. Mas vocês eram saudáveis, diferente do irmãozinho, que está muito doente."
Lucas, mais sensível, perguntou com os olhos vermelhos:
"Vovô, o irmãozinho é tão pequeno e já levou tantas agulhadas, será que ele sente muita dor?"
Wagner suspirou: "Com certeza sente."
Ao ouvir isso, Lucas encolheu os ombros e começou a chorar, de tanta pena.
Miro franziu as sobrancelhas e, olhando o Pequenino pelo vidro, também ficou comovido.
Laín, com o cenho franzido, disse para o Pequenino:
"Irmãozinho, olá! Eu sou seu irmão mais velho, você precisa resistir! O irmão mais velho tem dinheiro, quando você crescer, eu vou te comprar brinquedos!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...