"Além dela, há outros infiltrados?"
Mateus não assentiu nem negou com a cabeça.
"Ainda não sabemos ao certo, por isso não me atrevi a agir precipitadamente."
Enquanto falava, olhou para o quintal onde os empregados estavam ocupados, com expressão preocupada.
"A família Alves tem tantos empregados, de cima a baixo. Não tenho como dispensar todos. Eles acompanham a família Alves há muitos anos, são pessoas de confiança e leais à família."
"Mas, ultimamente, tenho desconfiado de tudo. Fico nervoso só de vê-los conversando com o Ricardo."
Carlos compreendia a situação de Mateus. Os empregados da família Alves eram antigos, de total confiança.
Se ele os demitisse todos de uma vez, não teria coração para isso.
Afinal, alguns já serviam à família há gerações, e muitos viram Mateus crescer.
Além disso, substituir toda a equipe por gente nova seria ainda mais arriscado!
Porém, mantendo-os, Mateus também não tinha paz de espírito.
Após um breve silêncio, Carlos disse:
"De uma coisa podemos ter certeza: Matsumoto só quer capturar o Ricardo e a Querida para fazer pesquisas, ele não pretende tirar-lhes a vida."
"Não importa quem ele mande agir, sempre orienta para deixar vivos."
"Mesmo que algum empregado da casa tenha sido ameaçado, não vai colocar a vida do Ricardo em risco. No máximo, tentaria tirá-lo escondido."
"Então, não precisa se preocupar tanto com a segurança do Ricardo."
Mateus soltou um longo suspiro e tragou o cigarro. "……"
Carlos continuou:
"Amanhã é a festa dos cem dias do Ricardo. Com tanta gente, é uma oportunidade perfeita para agirem. Se não houver imprevistos, devem tentar algo amanhã. Só precisamos ficar atentos."
Mateus perguntou: "E quanto ao Matsumoto, está tudo certo? Não aguento mais ele, eu queria…"
Carlos semicerrando os olhos, interrompeu:
"Não precisa fazer nada. Ele não sobrevive até o mês que vem."
Mateus ficou surpreso. "Já está tudo resolvido?"
Carlos assentiu. "Sim, pode confiar em mim."
Laín explicou: "Eu sei ler lábios. Embora não tenha ouvido o que vocês disseram, consegui entender."
Carlos ficou surpreso. "Você sabe ler lábios? Quando aprendeu isso?"
Laín respondeu: "Aprendi pela internet quando estava entediado."
Carlos ficou um momento em silêncio. "Por que quis aprender a ler lábios?"
Laín disse: "Por nada em especial, só quis aprender mesmo. O avô Lélio sempre diz que conhecimento nunca é demais, quanto mais soubermos, melhor."
Carlos: "……"
No fundo, Carlos admirava Laín. Ele realmente era melhor do que ele mesmo!
O menino só era limitado pela idade. Embora muito inteligente, ainda era pequeno, e muitas coisas não podia fazer.
Quando crescesse, certamente superaria o próprio pai!
Ficava imaginando: quem será a moça que conquistaria seu coração no futuro?
Quem quer que fosse, seria de muita sorte.
Não era exagero: Laín era excepcional, quem se casasse com ele seria muito feliz!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...