O celular de Carlos tocou de repente — era uma ligação do Japão.
Mateus sabia da importância daquela chamada. Pegou Querida do colo de Carlos e disse:
"Vai atender o telefone, eu fico com a Querida."
Carlos acariciou o rostinho de Querida e falou:
"Papai vai atender a ligação."
Querida assentiu obediente, "Uhum."
Carlos foi atender o telefone. Mateus, segurando Querida, olhou para ela com expressão de culpa:
"Desculpa, Querida. Se não fosse por você ter salvado o maninho, não teriam te colocado na mira."
Querida balançou a cabeça enquanto abraçava o pescoço de Mateus. Levou a mãozinha à boca, fazendo sinal de silêncio, e murmurou com os lábios franzidos:
"Mamãe disse que não pode falar fora de casa que eu salvei o maninho. Padrinho, não conta, tá?"
Mateus observou o jeitinho fofo e inocente dela e sorriu:
"Tá bom, a gente não fala."
Ele guardou para si todo o carinho e culpa que sentia por Querida, e então olhou para Laín e os outros, aproveitando para elogiá-los bastante.
Depois de terminar os elogios, recomendou que não contassem para ninguém o que havia acontecido.
As crianças assentiram juntas, "Vamos lembrar."
Mateus fez um carinho afetuoso neles e, levando Querida no colo, foi até onde estava Ricardo.
Ricardo já não chorava mais; agora estava chupando a mãozinha.
Quando Querida chorava, ele chorava junto; quando Querida parava, ele também parava.
Querida consolou o irmãozinho:
"Maninho, não tenha medo, os bandidos foram derrotados pelo irmão, e o tio Ivo já levou todos eles embora!"
Ricardo, com os olhos bem abertos, olhou para Querida enquanto chupava a mãozinha.
Mateus reparou no patuá amarrado ao carrinho de bebê e perguntou curioso:
"De onde veio isso?"
Querida respondeu: "Fui eu que dei para o maninho!"
Mateus se surpreendeu, "Querida que fez?"
"Uhum."
Mateus tocou no patuá, "O que tem dentro?"
Conforme o planejado, exatamente às dez da manhã, a festa começou oficialmente.
Naquele momento, Helena desceria com Ricardo no colo, para apresentá-lo aos convidados.
O pequeno já tinha completado cem dias, mas, além das famílias Alves, Coelho e Martins, que eram muito próximas, ninguém mais o tinha visto.
Com a festa prestes a começar oficialmente, Helena subiu para buscá-lo.
Como Mateus já havia orientado, as crianças não mencionaram nada sobre Sílvia.
Enquanto Helena amamentava Ricardo, Mateus ficou no corredor e perguntou a Carlos:
"O que disseram no telefone?"
Carlos pegou o celular e mostrou uma foto a Mateus.
Na foto, havia um grupo de crianças. À primeira vista, parecia um esconderijo de traficantes de pessoas, mas ao olhar com atenção, Mateus percebeu que o estado das crianças era muito estranho.
Todas estavam cobertas de ferimentos, magras ao extremo.
A característica mais marcante era que os olhos delas estavam saltados, parecendo monstros.
Mateus franziu a testa, "O que está acontecendo?"
Carlos olhou a foto mais uma vez, guardou o celular e soltou um suspiro pesado.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...