Tânia prendeu metade do cabelo comprido e vestiu um conjunto simples de algodão e linho.
Na parte de cima, usava uma blusa lisa de linho; na parte de baixo, uma saia longa xadrez. Calçava um par de sapatilhas Cano baixas e carregava uma bolsa transversal, também de algodão e linho.
Nada era de marca famosa, e, somando tudo, não passava de quinhentos reais.
Sua aparência era comum, sem nenhum sinal de ostentação, claramente não parecia filha de uma família abastada.
Pelo contrário, parecia mais a irmãzinha simpática e livre da vizinhança.
"Boa tarde, Srta. Souza."
O porteiro da família Alves a avistou de longe e logo a cumprimentou.
Ela estava sempre indo à casa da família Alves, e todos por lá já estavam familiarizados com ela.
Tânia sorriu, tirou dois pequenos potes da bolsa e os entregou ao porteiro. Dentro, havia doces típicos brasileiros.
"Experimentem para ver se estão bons. Depois me deem um feedback, podem comentar à vontade, mas tem que ser sincero, hein?"
O porteiro rapidamente pegou os potes e agradeceu sorrindo:
"Obrigado, Srta. Souza, foi você mesma que fez?"
"Sim!"
"Foi para nossa dona?"
Tânia balançou a cabeça,
"Claro que não! A Helena vive querendo emagrecer, tem pavor de doces! Ela, assim como vocês, é minha provadora. Esses aqui são para o Ivo!"
O porteiro mais jovem comentou:
"Para conquistar o coração de um homem, primeiro tem que conquistar o estômago dele, né?"
Tânia assentiu várias vezes,
"Isso mesmo, você entende das coisas! Quero me transformar numa chef e alimentá-lo todos os dias, deixar o paladar dele tão exigente que não consiga viver sem mim!"
O porteiro fez um sinal de positivo, "Ótimo plano!"
O outro comentou: "Mas o Sr. Macedo, com aquele jeito dele, acho que não gosta muito de doces, não é?"
Tânia respondeu de imediato:
"Não tem problema! Também aprendi a fazer salgados. Se ele não gostar de doce, faço salgado para ele! Agora vou procurar a Helena, tchau pra vocês."
Os dois porteiros logo liberaram a passagem, "Sim, sim, pode entrar."
"Bruno, esses papéis também precisam ser resolvidos hoje."
Bruno olhou para aquela pilha de documentos e suspirou,
"Ai... Você acha que na vida passada eu devo ter ficado devendo ao Carlão? Ele, como presidente, só delega, enquanto eu, como assistente especial, fico atolado até o pescoço."
A secretária não ousou criticar Carlos, apenas riu sem graça.
Bruno guardou o celular,
"Pois é, vou considerar que estou trabalhando pelos meus sobrinhos, afinal, essa empresa vai ser deles no futuro mesmo!"
A secretária comentou sorrindo:
"O senhor realmente gosta muito dos jovens senhores. Sempre que fala neles, fica de bom humor."
Bruno respondeu prontamente,
"Claro! Eles vão ser ainda melhores que o Carlão quando crescerem! A Querida também é excelente!"
Bruno falou com muito orgulho,
"Eu gosto deles e eles gostam de mim. Não somos parentes de sangue, mas nossa relação de tio e sobrinhos é mais forte que muita família por aí. É a melhor relação do mundo."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...