Ela...
De repente, alguém bateu no vidro do carro, interrompendo os pensamentos de Ivo.
Ivo se recompôs e abaixou o vidro.
Tânia, com o rosto corado, disse:
"Vou entrar primeiro, obrigada por me trazer hoje. Até logo."
Assim que terminou, puxou a amiga e entrou rapidamente no abrigo infantil.
Quando a silhueta dela desapareceu, Ivo recostou-se no banco, fechou os olhos e soltou um longo suspiro.
O trajeto de pouco mais de dez minutos pareceu tão exaustivo quanto dirigir por horas. A camiseta preta sob o moletom já estava encharcada de suor.
Nem sabia por que estava tão nervoso assim!
Só de tê-la por perto, já ficava inexplicavelmente ansioso!
"Ivo." Uma voz familiar soou ao lado do carro.
Ivo abriu os olhos e olhou para fora.
Do lado de fora, estava uma mulher de pouco mais de cinquenta anos, vestida de maneira simples, com um sorriso acolhedor.
Era a diretora do abrigo.
Ivo a cumprimentou: "tia Elisa."
Ele também era voluntário daquele abrigo, já ajudava ali há muitos anos.
Como as crianças de lá tinham histórias parecidas com a dele, sentia compaixão por elas e sempre contribuía anonimamente.
Quem já passou necessidade, quer proteger os outros da mesma dor.
Naquele dia, só veio porque recebeu a ligação da diretora.
A diretora sorriu e perguntou: "Por que não desce do carro? As crianças estão te esperando lá dentro."
Ivo lhe entregou um cartão:
"Tenho um compromisso, então não vou entrar. A senhora pode comprar alguns presentes para as crianças, por favor."
Na verdade, ele pretendia entrar e ver as crianças, mas como Tânia estava lá, de repente sentiu vontade de evitar.
A diretora não hesitou, agradeceu em nome das crianças e guardou o cartão.
Ivo era diferente de Tânia; sempre levava dinheiro, mas nunca comprava presentes.
A diretora sugeriu:
Ivo não explicou nada e perguntou:
"Desde quando ela faz trabalho voluntário aqui?"
A diretora pensou um pouco:
"Já tem muitos anos. Ela começou ainda na faculdade, sempre vinha ajudar. Depois de formada, passou a vir com mais frequência, participa de quase todas as atividades mensais."
Ou seja, Tânia fazia trabalho voluntário ali não por causa dele.
Era mesmo porque tinha um coração generoso.
A diretora continuou:
"Tânia é pedagoga, sabe animar as crianças, todos aqui gostam muito dela. Toda vez que vem, traz um monte de coisas para eles."
"Os pais dela também são professores, a família é muito correta."
"Ah, e o namorado dela também é professor, um rapaz muito bacana."
A diretora ainda sorriu e comentou:
"Essa família da Tânia é toda de professores, tudo gente estudada."
Namorado?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...