No quarto, Ivo estava sozinho, sentado debilmente encostado na parede.
Uma perna estendida, a outra dobrada, apoiando-se com uma mão na têmpora, cabeça baixa.
Havia sangue no chão e ferimentos em seu corpo.
Ao lado, estavam uma faca e uma seringa já vazia.
A pressão no ambiente era tão baixa que até o ar parecia perceber seu estado, movendo-se cautelosamente.
"Tum, tum, tum."
Soaram batidas na porta, e a voz de Tânia veio do lado de fora:
"Ivo, você está bem? Posso entrar?"
Pareceu que só então Ivo ouviu sua voz; levantou a cabeça e olhou na direção da porta.
Ele franziu levemente as sobrancelhas; os traços ainda eram muito bonitos, como um estudante universitário saído de uma história em quadrinhos.
Mas a expressão estava péssima, quase sem cor, sombria!
"Ivo, vou entrar, tá?" A voz de Tânia demonstrava crescente inquietação.
Estava claro que ela não estava tranquila com ele.
Ivo se levantou rapidamente, jogou a seringa no lixo e a faca no cofre, fechando a porta do cofre.
Foi ao banheiro e limpou o sangue das mãos.
Depois pegou o tapete da porta do banheiro e o colocou sobre a mancha de sangue no chão.
Em seguida, abriu o guarda-roupa e trocou de roupa.
Do lado de fora, Tânia parecia cada vez mais ansiosa. Ela estava muito preocupada com Ivo e tentou empurrar a porta para entrar.
Mas não conseguiu; Ivo tinha trancado por dentro.
A preocupação de Tânia aumentou. "Ivo…"
De repente, a porta se abriu e Ivo apareceu na entrada.
Ele era uma cabeça mais alto que Tânia, cobrindo-a completamente com sua sombra.
Tânia se assustou, ficou alguns segundos parada, e logo perguntou, apressada:
"O que aconteceu? Você está doente? Por que está tão pálido?"
Sem esperar resposta, ela continuou:
Tânia, com medo de ser mal interpretada, apressou-se em explicar:
"Não pense besteira, entre eu e o Nicanor só existe carinho de família, não de casal. Nós crescemos juntos no mesmo bairro, somos como irmãos."
"E dessa vez ele desapareceu por minha causa, por isso quero procurá-lo."
Ivo logo perguntou: "Mas vocês não estão juntos?"
Depois de perguntar, pareceu se arrepender, mas as palavras já tinham saído.
Seus lábios se moveram, mas nenhum som saiu.
Tânia, surpresa, respondeu rapidamente:
"Você ouviu isso da tia Elisa, não foi? Eu vim aqui hoje justamente para te explicar, foi um mal-entendido!"
"Entre os voluntários do abrigo, tem um rapaz chamado Ronaldo, você conhece?"
Ivo não respondeu, estava claro que não conhecia.
Tânia continuou:
"O Ronaldo me paquerou por um tempo, eu recusei, mas ele não desistiu, continuou me mandando flores e presentes."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...