Ao chegar ao hospital, Carolina entrou na sala de cirurgia junto com a equipe médica.
Carlos e Ivo aguardavam no corredor.
Ao perceber que Ivo estava demasiadamente inquieto, Carlos tentou acalmá-lo:
"Sua cunhada disse que não corre risco de vida, então vai ficar tudo bem, não se preocupe tanto."
Ivo virou-se para ele e perguntou:
"Foi você quem pediu para ela fazer isso?!"
Carlos apertou os lábios e devolveu a pergunta:
"Eu pediria para a Tânia enfiar uma faca em si mesma? Você acha que sua cunhada iria concordar com isso? Com o relacionamento que ela tem com a Tânia, você realmente acha que eu teria coragem?"
"A faca foi algo que ela mesma preparou em segredo, a cena foi ela quem acrescentou. Ela fez isso por você, chegou ao ponto de se machucar. Ela realmente gosta de você, Ivo. É melhor você valorizar isso."
Ivo franziu o cenho e desviou o olhar.
Carlos achou que ele não responderia mais e já ia falar algo, quando Ivo de repente disse:
"Essa facada foi culpa minha."
Carlos respondeu:
"… Embora realmente tenha acontecido por sua causa, não dá para colocar toda a culpa em você. Você também tem suas dificuldades."
"Além disso, num relacionamento não tem tanto certo e errado assim. Se você realmente se sente culpado, trate-a bem daqui para frente."
"Ivo, a partir de hoje, aquilo que você guarda no quarto não pode mais ser injetado!"
Ivo olhou para ele e assentiu. "Tá bom."
De repente, as portas da sala de cirurgia se abriram e uma enfermeira saiu de lá de dentro.
Carlos estava prestes a se aproximar para perguntar, mas Ivo foi mais rápido: "Ela está bem?"
Carlos ficou em silêncio.
Se fosse antes, Ivo certamente teria ficado parado, calmo. Agora, estava realmente ansioso!
A enfermeira respondeu: "A cirurgia ainda está em andamento, mas até agora tudo corre bem. A Srta. Paz pediu para eu vir avisar o Sr. Belo que é para o senhor levar o Ivo para fazer exames."
Carlos entendeu imediatamente o que Carolina quis dizer.
Ivo vinha usando aquelas substâncias, certamente seu corpo fora afetado, e Carolina estava preocupada.
"Entendi, muito obrigado."
Depois que a enfermeira saiu, Carlos falou com Ivo:
Não houve escândalo, nem gritos.
Eles sabiam que era a filha que corria atrás, e também sabiam que Ivo não era má pessoa.
Estava claro para eles que, embora a filha tivesse se machucado por causa de Ivo, não fora ele quem a feriu.
Mesmo sofrendo pela filha, não perderiam a razão.
Beatriz chorava apoiada em Álvaro, que, com os olhos vermelhos, olhava na direção da sala de cirurgia, acariciando levemente o ombro da esposa para consolá-la...
Ivo sentia-se péssimo.
Queria se aproximar para pedir desculpa, mas tinha medo de incomodá-los ainda mais.
Queria se aproximar para explicar, para confortar, mas não sabia o que dizer.
Só podia olhar para eles de longe, sentindo-se cada vez mais culpado, ansioso e preocupado com Tânia.
Ao amanhecer, a forte chuva finalmente cessou.
Tânia foi transferida da sala de cirurgia para um quarto comum.
Ainda estava inconsciente, sob efeito da anestesia.
Beatriz perguntou ansiosa a Carolina: "Carolina, quando a Tânia vai acordar?"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...