Antes que Carolina pudesse reagir, o segurança avançou rapidamente e a protegeu ficando à sua frente.
O homem que trombou em Carolina ficou assustado com a situação e permaneceu parado, sem ousar se mover.
A mulher ao lado dele olhou para Carolina e se apressou em pedir desculpas:
"Desculpe, moça, a criança estava brincando e tropeçou no meu marido, que acabou esbarrando em você sem querer. Você está bem?"
Carolina olhou para a mulher, depois para o homem, e por fim fixou o olhar na criança que se escondia atrás da mulher.
O menino, aparentando ter uns quatro ou cinco anos, a observava com cautela e certo medo.
Carolina respondeu com suavidade: "Estou bem, sim."
A mulher logo acrescentou: "Veja o seu celular, se tiver quebrado, nós pagamos."
O segurança já havia recolhido o celular. Carolina o pegou e deu uma olhada.
"O celular também está inteiro."
Só então o homem recuperou-se do susto e pediu desculpas repetidamente:
"Me desculpe mesmo, não foi de propósito. Essa criança é muito levada, acabou me fazendo tropeçar."
Carolina respondeu com cortesia:
"Está tudo certo, não fiquem nervosos. Não assustem o menino."
O casal despediu-se após pedir desculpas e saiu, ainda repreendendo a criança:
"Não pode correr assim, quase machucou a moça! Ainda bem que a tia foi boazinha, senão você ia apanhar!"
Carlos saiu do banheiro. Ao ver o segurança ao lado de Carolina, franziu a testa:
"O que aconteceu?"
Em geral, esses seguranças não apareciam; quando surgiam, era porque havia um motivo.
Um dos seguranças respondeu:
"Alguém derrubou o celular da senhora, ficamos preocupados e viemos protegê-la."
"Vamos."
Carolina não deu importância ao pequeno incidente. Mandou uma mensagem para Helena, dizendo que conversariam sobre Leonor com mais calma à noite.
O casal desceu pelo elevador até o estacionamento, colocou os presentes comprados no porta-malas e saiu junto no carro.
Passou-se mais um tempo até que alguém descesse do andar de cima e entrasse em uma van preta.
Um homem de meia-idade estava sentado no banco de trás, com os olhos semicerrados, pensativo.
O jovem que acabara de entrar fechou a porta e virou-se para ele:
"A Carolina está acompanhada de pelo menos vinte seguranças."
O homem no banco de trás perguntou: "Tem certeza?"
O jovem assentiu:
"Tenho certeza! São mais de vinte seguranças, e todos muito bem treinados. Se eles enfrentarem o Raulino um a um, talvez não vençam. Mas em grupo, com certeza o Raulino perde!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...