Carlos resmungou: “Quando você não está por perto, cada dia parece um ano.”
Carolina acariciou o rosto dele, como se estivesse acalmando uma criança, aproximou-se de seu ouvido e sussurrou:
“Seja bonzinho e aguente só mais um pouco. Na noite de núpcias, eu faço tudo do seu jeito.”
Carlos semicerrrou os olhos e engoliu em seco: “Está falando sério?”
O rosto de Carolina ficou corado: “Uhum!”
“Promete?”
“Uhum!”
Só então o humor de Carlos melhorou:
“Então, durante o dia, você tem que ficar mais tempo comigo. As três refeições do dia, vamos comer juntos. Só assim aceito dormir separado à noite.”
Carolina alongou a última sílaba, num tom cheio de carinho: “Tá bom~”
Carlos abaixou a cabeça e se enroscou no ombro dela, feito um cachorro grande.
Carolina sentiu cócegas, mas não ousou se mexer muito. Só conseguiu segurar a cabeça dele com uma mão e dizer:
“Para com isso, senão vai acabar acordando a Querida.”
Carlos levantou a cabeça para beijá-la de novo e olhou para Querida.
Querida dormia profundamente no colo de Carolina. Carlos apertou de leve o rostinho dela, e Carolina deu um tapa leve na mão dele:
“Se acordar, você vai ter que fazer ela dormir de novo!”
Carlos riu e disse: “Os traços da Querida estão cada vez mais parecidos com os seus.”
“É minha filha, claro que parece comigo.”
Carlos resmungou de novo: “Você viu o jeito bobo do Ricardo Alves hoje?”
Carolina lhe deu um tapa leve:
“Que jeito bobo o quê?! O Ricardo é uma graça!”
Carlos apertou os lábios: “Aquele moleque fica todo animado quando vê a Querida.”
Carolina disse:
“Talvez seja porque, depois de ser resgatado, a primeira pessoa que ele viu foi a Querida. Por isso, toda vez que vê ela, ele fica tão animado.”
Ninguém pode enxergar o mundo a partir da perspectiva de um bebê.
Carlos falou: “O importante é eles gostarem. Seja quem for, vamos tratar como filhas.”
Carolina reclamou: “Nora vira filha, genro vira porco?”
Carlos não conseguiu conter o riso:
“Só de pensar no Laín e nos outros trazendo as namoradas aqui, eu já fico feliz! Agora, só de imaginar a Querida trazendo um moleque pra casa, já fico com dor de cabeça!”
Carolina fez uma careta: “Dois pesos, duas medidas!”
“...” Os dois conversaram, distraídos, até tarde da noite.
Quando já eram quase meia-noite, Carolina apressou:
“Já está tarde, vai embora logo!”
Carlos disse: “Está muito tarde, meus pais já devem estar dormindo. Posso dormir aqui hoje? Amanhã cedo eu vou embora.”
Carolina recusou sem hesitar: “De jeito nenhum!”
“Meu amor...”
“Fazer charme não adianta, nem bancar o coitado. Vai logo!”

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...