O céu parecia ter sido invadido pelo diabo, mudou de repente!
Em um instante, passou de um céu totalmente limpo para nuvens carregadas e escuras.
Querida e Lucas estavam brincando no quintal e perceberam algo estranho, então os dois pequenos levantaram a cabeça.
As nuvens pesadas desciam sobre suas cabeças, como se fossem as garras de um demônio.
Os dois ficaram assustados, pegaram seus brinquedos e correram para dentro de casa, gritando enquanto corriam:
"Mamãe, o céu ficou preto, que medo!"
Carolina também percebeu a mudança e saiu da casa, erguendo os olhos para o céu carregado, franzindo a testa.
Ela chamou Querida e Lucas:
"Vocês dois, vão brincar dentro de casa por enquanto."
As duas crianças entraram, e Carolina caminhou apressadamente até a casa da Velha Senhora.
"Vovó, o tempo mudou."
A Velha Senhora estava de pé junto à janela; ao ouvir Carolina, desviou o olhar e respondeu:
"No interior, o clima é instável, mudanças repentinas são comuns."
Carolina, preocupada, disse: "Ouvi o Carlos dizer que, em dias nublados, o Abismo fica ainda mais perigoso."
A Velha Senhora soltou um suspiro contido, querendo tranquilizar Carolina e a si mesma:
"Eles sabem o que fazer, e se houver perigo vão sair a tempo, não se preocupe tanto."
Dizer para não se preocupar era fácil, mas como não ficar preocupada?
Todos sabiam que, em dias nublados, o ambiente dentro do Abismo se tornava mais hostil e perigoso!
Durante toda a manhã, Carolina e a Velha Senhora ficaram distraídas e inquietas.
Na hora do almoço, tudo já estava pronto, mas Carlos e os outros ainda não haviam voltado.
Carolina estava inquieta, ora ia olhar do lado de fora, ora ia à sala de monitoramento.
Se Carlos e os avôs saíssem do Abismo, seria possível vê-los pelo calor corporal no monitor.
Se não aparecessem, era sinal de que ainda estavam fora do alcance das câmeras.
Já passava do meio-dia e os monitores continuavam sem registrar movimento.
Não só Carolina estava ansiosa, até as crianças começaram a ficar preocupadas.
Laín procurou a Velha Senhora e perguntou:
"Bisavó, não disseram que eles ficariam no máximo duas horas lá dentro? Eles entraram por volta das sete, por que até agora não saíram?"
A Velha Senhora também estava inquieta:
"Talvez já tenham saído, mas ainda não chegaram a uma área com sinal. Em um raio de dois quilômetros do Abismo não há sinal."
"Mas..."
Laín franziu a testa:
"Normalmente, eles sairiam do Abismo por volta das nove, descansariam um pouco e então começariam a voltar. Já era para estarem aqui, agora já vai dar uma da tarde."
Ledo, impaciente, disse:
"Bisavó, deixa eu ir ver! E se eles desmaiaram perto da entrada da caverna? Se ninguém for atrás deles, pode ser perigoso!"
Ledo já queria ter ido antes. O interior da mata estava seguro, não havia estranhos por lá, então mamãe e bisavó não correriam risco.
Por isso, ele queria encontrar o pai e o bisavô.
A Velha Senhora estava apreensiva, com medo de que ele desobedecesse e entrasse sozinho no Abismo, por isso não deixava ele ir.
Desta vez, Laín também disse:
"Dá para entrar em contato com eles?"
Na mata havia um equipamento especial de comunicação, obra do velho Irineu.
Miro explicou: "Por enquanto não dá, só conseguimos ver o calor deles pelo monitor."
Laín checou rapidamente o aparelho; na tela, alguns pontos vermelhos se moviam.
Cinco pessoas ao todo, todos estavam ali!
Mas o deslocamento era lento, e um deles carregava outro nas costas.
Não importava quem estava carregando quem, a situação não era boa.
Se nem conseguiam andar, era sinal de que algo estava errado: ou estavam feridos, ou exaustos!
Ninguém sabia o que eles tinham passado no Abismo. E agora, o que estava acontecendo? Todos estavam apreensivos.
Ledo franziu as sobrancelhas e disse para Carolina:
"Mamãe, você e o irmão vão devagar, eu vou na frente ver como estão."
Carolina assentiu:
"Se alguém estiver ferido, diga para ficarem onde estão e que eu logo chego. E coloque a roupa de proteção!"
"Tá bom, tá bom."
Ledo pediu que Cano ficasse para proteger Carolina e o grande cão, e então saiu correndo.
Laín e Carolina seguiram logo atrás.
Após cerca de dez minutos, Ledo chegou primeiro até Carlos e os outros senhores.
Ao ver o estado deles, o pequeno franziu ainda mais a testa:
"Papai! Bisavô!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...