A chamada vinha de um número virtual.
Ligando a essa hora, com certeza era por causa de Zélio!
Carlos imaginou quem era.
Atendeu.
"Alô."
A pessoa foi direta:
"O Zélio morreu?"
Carlos respondeu com frieza:
"Vocês têm informações tão rápidas, não precisam perguntar aos outros."
A pessoa riu.
"Claro que precisamos. Não podemos vê-lo pessoalmente, só podemos perguntar a você."
Carlos perguntou:
"E você acha que minha palavra é confiável?"
A pessoa riu novamente.
"Acho que sim! Ainda estamos na fase de negociar a cooperação. Não há necessidade de estragar a harmonia por causa de terceiros, então acreditamos na sua palavra."
Carlos apertou os lábios.
"Eu não penso assim. Antes de fecharmos o acordo, não somos amigos. Se querem saber se o Zélio morreu ou não, venham ver vocês mesmos."
A pessoa respondeu:
"... Quer usar o Zélio para nos atrair até aí? Hah, ele não tem tanto charme assim! Na verdade, se ele vive ou morre não é tão importante para nós."
Um traço de escárnio passou pelos olhos de Carlos.
"Então não precisam perguntar."
Dito isso, desligou o telefone na cara dele.
Bruno perguntou:
"Era aquele cara que costuma entrar em contato conosco?"
Carlos assentiu.
"Sim."
Bruno franziu a testa.
"O que ele quis dizer? Se não se importam com a vida ou morte do Zélio, por que perguntaram?"
Carlos disse:
"Fingem que não se importam. O Zélio sabia muitas informações sobre eles. Eles com certeza se importam se ele está vivo ou morto."
Bruno indagou:
"Então por que não vêm direto à Cidade de Pão para ver? Com a cooperação pendente, nós certamente não faríamos nada contra eles."
Carlos respondeu:
"Porque não confiam. Não ousam arriscar. Têm medo de vir e não conseguirem voltar."
Bruno ficou pensativo.
"... E como fica a negociação? Se eles não vêm, nós vamos?"
Carlos disse:
"Comparado a deixá-los vir, prefiro ir até lá. Se formos, podemos acelerar o fechamento da rede."
Bruno franziu a testa.
"Mas se formos, é mais perigoso para nós."
"A Cidade de Pão é nosso território. Se eles vierem, estarão na palma da nossa mão, teremos controle total. Se formos, entraremos na palma da mão deles. É muito inseguro."
Carlos balançou a cabeça.
"Essa comparação está errada. O foco desta guerra não é o local, é o componente do vírus da 8ª geração. Quem o tiver, controla o jogo. Não importa onde esteja, terá a palavra final."
Bruno coçou a cabeça, resignado.
Entendeu apenas metade da teoria de Carlos.
Sabia que o componente do vírus era o núcleo da guerra, mas ainda achava que a Cidade de Pão, sendo território deles, era mais segura.
No entanto, convivendo com Carlos há tanto tempo, sabia que ele era estrategista.
Seguir suas ordens era o certo.
Olhou para Carolina.
"Não conseguimos ver. É um envenenamento leve?"
Carolina negou.
"A dose do veneno é pequena, mas a toxicidade é muito forte."
Nathan disse:
"É normal vocês não verem. Até eu, que sou profissional, não vi. Fizemos exames toxicológicos antes de vocês chegarem e não deu nada. Só a Carolina mesmo!"
Carolina disse:
"É normal não detectarem. A dose é muito pequena."
Bruno perguntou:
"Mas se a dose é pequena, mas capaz de matar, o corpo deveria ter reagido. Não dá para detectar isso?"
Carolina explicou:
"Ele tinha uma doença crônica. Esse veneno não é diretamente letal; ele catalisa a doença crônica. Transforma a doença crônica em aguda dentro do corpo do Zélio, causando morte súbita no menor tempo possível."
"Por isso, quando o Nathan e a equipe examinaram, só encontraram a causa da morte ligada à doença crônica. Não detectaram nenhum componente de veneno."
Bruno franziu a testa.
"Então o assassino conhecia ele. Pelo menos sabia que ele tinha uma doença crônica!"
Carolina assentiu.
"Exato."
Bruno continuou:
"Lembro que quando investigamos as informações dele, não descobrimos nenhuma doença crônica. Ou seja, ele ocultou essa informação propositalmente. Quem sabia disso só poderia ser alguém próximo a ele."
"Carlão, vou ligar para investigarem os colegas dele?"
Carlos concordou.
"Sim."
Bruno saiu com o celular.
Carlos perguntou a Carolina:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...