"Portanto, ao bater em Ulisses, ele errou, mas não estava totalmente errado."
"O lema da minha casa, da casa de Carlos, é este: quem intimidar meu irmão, eu devolverei na mesma moeda!"
Custódio franziu a testa.
Ele não estava convencido, mas não ousava explodir de raiva.
Afinal, havia uma lâmina em seu pescoço.
Carlos deu uma tragada no cigarro e continuou.
"Além disso, eu realmente não entendo o estilo de agir da família Silva."
"Ao meu ver, isso era uma briga de crianças. Os adultos deveriam conversar e resolver a questão."
"Mas vocês, da família Silva, trouxeram um grupo de guarda-costas, mais de vinte homens, em plena Capital, à luz do dia, para cercar meu filho."
"Sorte que ele tinha seguranças, caso contrário, as consequências seriam inimagináveis!"
"Depois que chegamos à Capital, em vez de reconhecerem o erro, vocês queriam que nos ajoelhássemos e pedíssemos perdão!"
"Não satisfeitos, foram implacáveis e tentaram usar esse incidente para me forçar a tomar partido da família Silva."
"Como não colaborei, vocês ficaram com raiva. Ameaçaram que minha família não sairia daqui hoje e tentaram nos matar para silenciar."
"Eu realmente não consigo entender como vocês têm tamanha audácia."
"Afinal, sou o homem mais rico, e meu sogro é um empresário patriota reconhecido pelo Estado. Mesmo que a família Silva despreze comerciantes, vocês não podem simplesmente matar quem quiserem, podem?!"
"Além do mais, vivemos num Estado de Direito. Quem lhes deu a coragem para matar inocentes indiscriminadamente?"
"Se vocês ousam matar pessoas com certa notoriedade como nós, o que os cidadãos comuns são aos seus olhos?"
"Será que matam quando querem? Na hora que bem entendem?"
Custódio ouvia tudo atordoado.
"!"
Carlos despejou todas aquelas palavras como se recitasse uma redação!
Incrível!
Embora nunca tivesse tido contato direto com Carlos, ouvira dizer que ele não era homem de muitas palavras!
Enquanto Custódio ainda estava atordoado, Carlos soltou mais uma frase.
Custódio, irritado: "Aquele meu filho inútil!"
Urbano estremeceu de medo e disse rapidamente:
"Eu estava furioso. Assim que soube que meu filho tinha apanhado, o sangue subiu à cabeça, por isso mandei pegarem seu filho."
Carlos o encarou e perguntou: "Você mandou tanta gente para matá-lo diretamente?"
Urbano estava prestes a falar, mas Carlos o interrompeu.
"Quero ouvir a verdade! Já conversamos tanto, vamos ser francos."
Urbano cerrou os dentes.
"Eu... eu queria deixá-lo aleijado. Se ele morreria ou não, dependeria da sorte dele."
"Plaft!" Carlos avançou e desferiu um tapa.
O som foi extraordinariamente alto.
Custódio: "!"
Urbano: "!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...