Rosa olhou para Ledo e mostrou a língua. Ledo disse:
— Claro que não. Por mais bobo que eu seja, não vou armar confusão na família Barros agora. Dessa vez, a briga não é com as mãos, é com a boca!
Rosa mostrou a língua: "..." Discutir?
Ledo sorriu e acariciou a cabecinha dela com carinho:
— Eles com certeza perderiam numa discussão, mas não vou discutir com eles dessa vez. Discutir cansa, vamos apenas assistir ao show.
Rosa esfregou suavemente a cabeça no queixo de Ledo.
Cano viu isso e logo levantou a cabeça para se esfregar em Ledo também. Esfregou ainda mais, com uma expressão de quem queria atenção.
Ledo ficou sem palavras. Tocou na cabeça de Cano e o empurrou para baixo.
Seu bobo, em vez de tentar agradar Rosa, fica disputando atenção. Fica solteiro por puro mérito!
Ao ver alguém se aproximando, Ledo colocou a máscara, abaixou a aba do boné e se virou para sair.
Quando passaram um pelo outro, o homem encarou Ledo.
Depois de passar, o homem olhou para trás de novo. Vendo que Ledo não reagiu, saiu apressado.
Ao perceber que o outro tinha ido, Ledo olhou para trás, pulou rapidamente para o telhado e o seguiu agachado.
Cano e Rosa puseram as cabeças para fora ao mesmo tempo, olhando para ele com curiosidade: "?"
Ledo sussurrou:
— Em plena luz do dia, todo mundo descansando, e ele perambulando por aí de forma suspeita. Tem algo errado! Vamos segui-lo.
Cano: "..." Você conhece ele?
Ledo balançou a cabeça: — Não conheço.
Cano: "..." Por que está seguindo se não conhece?
Ledo disse: — Curiosidade.
Cano: "..." A curiosidade matou o gato.
Ledo sorriu contido:
— O seu vocabulário tá cada vez melhor, Cano. Você tem razão, mas eu não sou gato, sou humano, então a curiosidade não vai me matar.
Rosa olhou para ele e mostrou a língua: "..." Não íamos acertar as contas com a família Barros?
Ledo disse: — Uma coisa não impede a outra. Preciso achar alguém para perguntar a situação.
Assim que ele terminou de falar, viu o homem entrar sorrateiramente numa casa. Ledo o seguiu pelo telhado.
Agachado no telhado, ele levantou uma telha e olhou lá dentro.
O ambiente lá dentro era escuro e bagunçado. Um homem com as vestes da Cidade M estava no balcão mexendo em algo.
O homem que tinha acabado de entrar fechou a porta imediatamente. Sem dizer nada, tirou um pacote e entregou ao homem da casa.
— Vê quanto isso vale.
O homem da casa perguntou: — Ninguém seguiu você?
O homem disse: — Não, eu fiquei de olho. Olha logo, me deu muito trabalho pra conseguir isso, quase perdi a vida.
O homem da casa não disse nada, ligou uma luminária e examinou seriamente o conteúdo do pacote.
Ledo nunca tinha visto aquilo e não sabia o que era, mas percebeu que a origem era duvidosa. Provavelmente era roubado.
Ou roubado, ou furtado!
O homem lá dentro olhou por um bom tempo e perguntou: — Onde você conseguiu isso?
O homem respondeu, impaciente:
— Pra que quer saber? Não é da sua conta.
O homem lá dentro disse: — Se não falar, eu não fico com isso.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
quando vão liberar mais capitulos...
coloca os proximos capitulo...
Essa forma de pagamento é que dificulta yha 🤦♀️...
Acabou o livro?...
Não me diga que esse livro acaba aquiiii...
Gente cadê as atualizações? Já faz dez dias sem nada!...
Realmente da vontade de parar de ler, são dias sem atualização. Além da história estar empacada....
Genteeee o que aconteceu com as atualizações? Estamos sem atualização há dias. Muito desrespeito com o leitor...
Oops! Dois dias sem atualização, o que houve?...
Perdeu completamente a graça… esse abismo , e esse namoradinho de Querida… fora os 3456 capítulos, só na faculdade de Ledo, com aquele robô quebrado. Antes esperava ansiosamente pelos capítulos, agora nem faço mais questão, até porque agora é pago. O pobre não pode mais ler… 🥲...