Alguém correu gritando. Daniel não deu bola. Deixou alguns escaparem, deu uns passos e agarrou outro.
Ele estava prestes a atacar quando Ledo o chamou pelas costas:
— Ei!
Ao ouvir a voz familiar, Daniel se virou. Ficou um tanto chocado ao ver Ledo ali e perguntou:
— O que você veio fazer aqui dentro?
Ledo estava com a testa franzida:
— Por que você tá matando as pessoas?!
Daniel ia responder quando notou algo. Largou a pessoa que segurava e correu disparado em direção a um canto.
Vendo aquilo, Ledo rapidamente correu atrás!
Uma figura familiar apareceu na frente deles. Ledo apertou os olhos e, ignorando a pergunta que fizera a Daniel, avançou para agarrar o sujeito.
Mas antes que ele chegasse, Daniel pegou o velho esquisito pelo pescoço e o atirou violentamente no chão!
Pelo forte impacto, o velho esquisito cuspiu um bocado de sangue e a máscara em seu rosto quebrou.
Daniel arrancou o resto da máscara do rosto do homem, revelando um rosto enrugado.
O velho esquisito estava claramente aterrorizado e ofegante, olhando para Daniel:
— Quem... quem é você?
Daniel foi direto ao ponto e perguntou:
— Onde está o Grilhão das Sombras?
As pupilas do velho encolheram: "!"
Daniel se identificou:
— Sou o marido da Isadora Marques. Uriel Marques.
O velho esquisito levou outro choque ao ouvir aquilo. Após ficar pasmo por alguns segundos, ele não ousou dizer mais nenhuma bobagem e respondeu diretamente:
— O... O Grilhão não fui eu que roubei! Consegui por acidente das mãos de um jovem. Fiquei com medo de que a Sombra Rastejante me encontrasse, por isso me escondi aqui.
— Eu não tive coragem de andar com ele. Escondi lá fora. Queria esperar que a família Marques e o Governador dessem fim à criatura para poder estudá-lo...
Daniel perguntou:
— Onde você o escondeu?
O velho esquisito respondeu:
— No M... Monte da Princesa.
Ledo ficou surpreso. Monte da Princesa, de novo.
Antes que Daniel fizesse outra pergunta, o velho confessou por conta própria:
— Fica nas antigas ruínas do Monte da Princesa. O Governador mandou fechar aquele lugar há muitos anos. Ninguém vai lá hoje em dia. É muito seguro.
Daniel lançou um olhar frio para ele:
— Você já deve ter ouvido falar de como eu torturo as pessoas. Se tentar mentir, vou fazer sua vida doer mais que o último círculo do inferno.
O velho esquisito se apressou em dizer:
— Eu sei, eu sei! Já ouvi falar dos seus métodos. Eu não me atrevo a mentir. O Grilhão das Sombras da Isadora está mesmo lá.
Daniel falou de forma gelada:
— Leve a gente até lá.
O velho esquisito fez esforço para se levantar e, arrastando o corpo machucado, começou a caminhar para a saída.
Ao ver os cadáveres espalhados em poças de sangue, ele tremia dos pés à cabeça.
Nenhum dos presentes era flor que se cheirasse, mas até entre os bandidos existe uma hierarquia de força. Daniel era, sem dúvida, o mais forte dos fortes. Ninguém era mais implacável que ele!
O velho andava devagar, enquanto Daniel tirou um lenço de papel para limpar as mãos e jogou-o sujo de sangue no chão.
Vendo que Ledo o encarava com a testa franzida, Daniel justificou:
— Não tenha pena. Eles mereciam morrer.
Daniel seguiu em frente e Ledo foi atrás questionando:
— E o que vai ser desses cadáveres?
Daniel respondeu:
— Alguém vem recolher.
E acrescentou:
— Vivemos numa sociedade pacífica, mas isso não significa que todos os lugares são seguros. O mundo tá cheio de lugares podres. Num lugar desses, a vida humana não vale nada.
— Sem nenhum exagero, tem gente morrendo aqui o tempo todo.
Ledo: "..."
Daniel concluiu:
— Não é errado ser uma pessoa boa, mas, em alguns casos, atitudes extremas são atalhos para os problemas. E isso é algo que seu pai com certeza entende.
Ledo soou frio:
— Meu pai nunca mataria ninguém! Matar é crime! Ele não arriscaria a própria vida por outras pessoas.
Daniel cerrou os lábios e falou num tom calmo:
— Vamos segui-lo até o Monte da Princesa pra pegar o Grilhão. Depois, pensamos num jeito de capturar a Sombra Rastejante.
Ledo franziu a testa, respirou fundo e soltou um suspiro pesado!
Ele forçou sua mente a se esquecer dos assassinatos que Daniel cometeu, pois aquele não era o momento para levá-lo à cadeia.
Um dia a justiça bateria na porta, mas não ali.
Após se acalmar, Ledo perguntou:
— Como vamos capturá-la?
Daniel respondeu:
— Achamos o Grilhão primeiro, depois a gente vê.
Daniel mandou o velho esquisito colocar a máscara e o levou em direção à saída.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....