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Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos! romance Capítulo 4292

Carlos disse:

— Ainda assim, tome cuidado.

Helder:

— Eu sei, o que você vai fazer em seguida?

Carlos disse:

— O assassino do Zélio Pereira vai ser exposto cedo ou tarde, eu vou ficar de olho, esse assunto dele vai dar uma pausa.

Helder perguntou:

— E a Cepa G-8?

Carlos estreitou os olhos:

— Esperar eles virem atrás de nós, ver como vão mover as peças.

Helder disse:

— O inimigo tá no escuro e você na luz, você tomar a iniciativa tem riscos, é melhor esperar eles atacarem e você rebater.

Carlos respondeu com um "hum":

— Eu também tenho minha própria vida, não posso focar tudo neles.

Ouvindo isso, Helder congelou por um momento e de repente começou a rir:

— Bom garoto, você pensar assim me deixa muito feliz pela sua mãe! É verdade, você também tem a sua vida pra viver, não pode ser atrasado por rancores e ódios!

— A Carolina te ama tanto, as crianças são tão fofas e excelentes, você devia focar sua energia e atenção neles.

Carlos:

— Hum, você também, tenta deixar sua vida mais relaxada.

Helder soltou um longo suspiro e o tom ficou mais leve:

— Falando nisso, eu realmente tenho que te agradecer direito, obrigado por mandar o Diaz pra mim. O garoto nasceu pro exército, aguenta o tranco e tem um físico ótimo!

— Já treinei tantos soldados jovens, alguns aguentam o tranco, mas o físico não acompanha, se aumentar um pouco a intensidade, desmaiam. Outros não aguentam nada.

— Os que têm as duas coisas são poucos, e o Diaz com certeza é o melhor!

— Pretendo treiná-lo bem, se ele for esforçado e não tiver pensamentos tortos, no futuro com certeza vou fazer com que se firme na base militar e lute pra ter voz de comando!

Carlos:

— Vou agradecer no lugar do Bruno Macedo e da Dinara, se eles ouvirem isso, vão ficar muito felizes.

Helder disse:

— Eu é que devo agradecer a eles, já tô com essa idade toda e é raro encontrar um soldado jovem que me agrade tanto, eu trato ele como se fosse meu próprio neto.

Carlos:

— Hum, o pai do Diaz contribuiu muito pro país e pro povo, o Diaz deve ser cuidado, agora eu fico tranquilo em deixá-lo com você.

Helder disse:

— Pode deixar comigo e fica tranquilo!

Os dois conversaram mais um pouco e desligaram.

Carlos acendeu um cigarro, ficou quieto por um momento, apagou o cigarro, olhou a hora e ligou pro velho Sr. Prado.

A essa hora, o velho Sr. Prado tinha acabado de acordar do cochilo.

Quem atendeu foi o assistente dele, que ao ouvir que era o Carlos, passou o celular direto pro velho Sr. Prado.

O velho Sr. Prado atendeu:

— Alô, Carlos.

— Já fizeram duas autópsias no corpo dele, mas o assassino não foi pego, e eu não quero enterrar ele agora. Quero deixar no necrotério primeiro, o que acha?

O velho Sr. Prado ficou em silêncio por um momento:

— Pode ser, afinal, o assassino do Zélio Pereira é bem importante pra nós. Talvez, se acharmos esse assassino, a gente consiga pegar o núcleo deles, não enterre por enquanto.

— A propósito, ouvi você mencionar antes sobre o segurança pessoal do Zélio Pereira, parece que o codinome era 009, tem alguma novidade dele?

Carlos:

— Por enquanto não.

O velho Sr. Prado disse:

— Sempre que lembro do Zélio Pereira, não consigo deixar de suspeitar dele. Você acha possível que o assassino seja ele?

Carlos disse:

— Eu descartei essa possibilidade, não é ele, mas não descarto que ele saiba de algumas coisas e não quer nos contar.

O velho Sr. Prado assentiu:

— Eu também acho. Sempre sinto que ele deve saber de alguma coisa. Além disso, olha pro codinome dele, 009, não 900. Pela aparência, a posição dele é bem alta.

— E ele foi colocado lá por aquelas pessoas pra ficar de olho no Zélio Pereira. O Zélio era no mínimo de escalão médio a alto, geralmente um segurança que monitora esse nível não é qualquer um.

Carlos concordou:

— Eu já lidei com ele, ele realmente não é um segurança comum. A personalidade dele parece um pouco com a do Ivo Macedo, e as habilidades dele não ficam muito atrás, é um dos melhores.

O velho Sr. Prado disse:

— Fica de olho nele. Quem sabe se a gente quiser descobrir o assassino do Zélio Pereira, não tenha que achar um ponto de ruptura nele.

Carlos:

— Entendido.

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