O pessoal da Família Erman fechou a cara e quis peitar o delegado, mas foi silenciado por um olhar do Leonel.
Leonel sabia muito bem que o mercado brasileiro era uma mina de ouro. Ele vinha lutando por esse projeto há tempos e não podia estragar tudo agora por causa do Arthur.
Não se rasga dinheiro!
O grupo entrou na delegacia.
Após alguns minutos de 'troca de gentilezas' na sala de reuniões, a delegação do País M pediu para ver Carlos Belo.
Como isso já tinha sido combinado com Carlos e ele estava de acordo, o delegado não arrumou desculpas.
Mandou um subordinado chamar Carlos.
Dois minutos depois, Carlos entrou na sala de reuniões vestindo um terno de alta costura impecável.
Os repórteres sentados no fundo começaram a disparar fotos freneticamente.
O delegado pediu que Carlos se sentasse. Após acomodar-se, Carlos cerrou levemente os olhos e varreu os presentes na sala com o olhar.
Ao ver que Enzo, o assistente do Arthur, também estava ali, ele apertou ainda mais os olhos.
O pessoal da Família Erman estava fervendo de raiva ao vê-lo.
— Sr. Belo, a Família Erman não tem nenhuma inimizade com você, nem qualquer tipo de negócio. Por que você matou um dos nossos?
Carlos olhou para quem falou:
— Porque vocês mataram o meu avô.
Todos ficaram chocados:
— ?!
Até o delegado ficou surpreso. O avô de Carlos Belo não era Paulo Belo?
Paulo Belo já tinha sumido do mapa há muito tempo, quando ele morreu?
Foi o pessoal da Família Erman que o matou?
Não, espera aí. Dizendo isso, Carlos não estaria confessando que matou o Arthur?
O delegado ia abrir a boca, mas um membro da Família Erman se antecipou:
— Que besteira você tá falando? A gente nem conhecia o seu avô, quando foi que matamos ele?
Carlos retrucou:
— E que besteira você tá falando? Você mesmo sabe que eu não tinha problemas com o Arthur, por que eu mataria ele?
O membro da Família Erman travou:
— Você... porque você...
Os dois ficaram sem palavras.
Leonel franziu a testa:
— Porque as suas impressões digitais estão na arma do crime. Você é o suspeito número um.
Para evitar que Carlos rebatesse, ele emendou:
— Não somos nós quem estamos dizendo, foi a polícia brasileira que nos informou.
Carlos o encarou com os olhos cerrados:
— Como você mesmo disse, eu sou suspeito, não o assassino.
Leonel:
— O suspeito é o assassino!
Carlos virou a cabeça e olhou para os policiais do País M:
— No País M de vocês, suspeito é o mesmo que assassino?
A polícia do País M apertou os lábios, olhou para Leonel e balançou a cabeça negativamente.
Carlos continuou:
— Então eu posso processar eles por difamação? Que pena eles levariam?
Polícia do País M:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....