O homem gritou de dor:
— Ah! Ah!
Raulino não parou por aí. Prensou o cara no chão e começou a bater.
Seus punhos eram como marretas, cada soco mais forte que o outro. Em questão de minutos, o rosto do homem estava inchado, roxo e coberto de sangue.
— Raulino! — Carolina correu na direção deles.
Os seguranças do hospital correram junto com ela.
Raulino tinha muita força. Dois seguranças levaram um tempão até conseguirem puxá-lo de cima do cara.
A equipe médica logo se aproximou para checar os ferimentos do homem.
Raulino ficou parado ao lado, ofegante e com a cara fechada.
Carolina franziu a testa, olhando para ele:
— O que aconteceu?
Raulino virou o rosto para Carolina com a testa franzida.
Ele estava com um olhar tão gelado que fez o coração de Carolina dar um pulo.
Mas Raulino logo a reconheceu e disse:
— Eles amaldiçoaram o meu melhor amigo. Eu vou matar esses dois!
Carolina franziu a testa. Não discutiu sobre quem estava certo ou errado, focando em acalmar a situação primeiro. Perguntou em voz baixa:
— Você se machucou?
Raulino balançou a cabeça.
— Não.
Carolina olhou para a mão dele.
— Tá machucado aí, deixa eu ver.
Raulino hesitou, mas levantou a mão.
Carolina disse:
— Vai precisar dar ponto.
Raulino não deu a mínima:
— É só um arranhão, não precisa fazer nada.
Carolina insistiu:
— É melhor dar uma olhada, pra não infeccionar. Você ainda tem que cuidar da sua mãe. Se quer melhorar rápido, vai cuidar disso.
Os lábios de Raulino se moveram, ele assentiu.
— Tá bom, você que manda.
Carolina virou para os seguranças e a equipe médica e disse:
— Vou levá-lo pra tratar o ferimento. Levem esses dois cavalheiros pra receberem atendimento também. Qualquer problema, mandem o Nathan Castro me procurar lá em cima.
Os seguranças e a equipe do hospital da família Castro conheciam Carolina e concordaram:
— Certo.
Carolina levou Raulino de volta para o quarto e ela mesma desinfetou e suturou o corte.
Assim que terminou, Bruno Macedo, que ficou sabendo do burburinho, entrou correndo no quarto.
Logo que entrou, ele perguntou:
— O que foi que aconteceu?
Bruno tinha acabado de voltar da delegacia. Antes mesmo de chegar ao hospital, ouviu que Raulino tinha arrumado briga.
Ele chegou na pressa e ainda estava ofegante.
Carolina explicou:
— Saiu no soco com uns caras.
Bruno franziu a testa.
— Brigou por quê?
Raulino retrucou furioso:
— Eles amaldiçoaram o Carlos, não pude deixar passar!
Bruno e Carolina:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....