Vega disse: — Eu não posso mandar na cabeça dos outros.
Carlos não ficou surpreso ao ouvir isso. Antes de poder falar, a ligação de Carolina interrompeu.
Carlos Belo disse: — Vou atender o telefone agora, depois a gente se fala.
Vega achou que tinha ouvido errado: — O que você falou?
Carlos Belo disse: — Minha família tá ligando, tenho que atender a ligação deles primeiro.
Sem esperar Vega falar alguma coisa, Carlos desligou na hora e atendeu o telefone da Carolina.
Assim que atendeu, Carolina perguntou:
— Tá ocupado?
Carlos Belo: — Não, tô indo pra casa.
Carolina ficou feliz: — Vem direto?
Carlos falou num tom suave: — É, você queria que eu fosse pra onde?
Carolina riu e disse: — Achei que você ia cuidar de outras coisas primeiro.
Carlos Belo: — As outras coisas não importam. Te ver é o mais importante.
As bochechas de Carolina esquentaram: — Para com isso! As crianças e os nossos pais tão ouvindo!
Do outro lado da linha, dava pra ouvir as risadas de Wagner Lemos, de Isabela e das crianças.
Ricardo disse: — Papai Carlos ama a mãe Carolina mais que tudo, e eu amo a minha irmãzinha mais que tudo também.
Carlos apertou os lábios: — Esse moleque tá na nossa casa de novo?!
Carolina disse: — Chegou no segundo dia do ano novo.
Carlos perguntou: — Ele não tem que visitar os parentes?
Carolina explicou:
— Ele é muito pequeno pra isso. No primeiro dia do ano novo, só seguiu o protocolo e homenageou os antepassados. No segundo, acompanhou a Helena de volta pra casa da família Carvalho, e de noite jantou com todo mundo da família Alves. Terminou de comer e já correu pra cá.
Carlos Belo: — Só falta mudar pro sobrenome Belo.
Carolina riu:
— Isso depende se o tio Sérgio e a tia Kátia vão concordar. Que horas você chega em casa? Vai comer aqui?
Carlos Belo: — Uhum, hoje eu vou ficar em casa com vocês. Volto a trabalhar depois do quinto dia.
Carolina ficou feliz: — Tá bom. Então a gente vai preparar a comida. Ah, não esquece de tentar falar com o Ledo, pra ver quando ele volta de vez.
Carlos Belo: — ... Tá.
Carlos Belo disse: — O Zélio Pereira e o Arthur tinham assistentes.
Vega: — Eu não preciso.
Sem esperar Carlos falar, ele acrescentou:
— Mas, quando a gente se encontrar, vai ter câmera gravando o tempo todo. Aquelas pessoas vão conseguir ver todos os nossos movimentos.
Carlos perguntou: — Só o seu celular é seguro?
Vega disse: — Meu celular também não é seguro. Só de vez em quando.
Carlos perguntou: — E quando ele fica seguro?
Vega disse: — Agora.
Carlos perguntou de novo: — E depois?
Vega rebateu: — Você tem algum assunto pessoal pra falar comigo?
Carlos Belo disse: — Uhum, não gosto daquelas pessoas. Algumas coisas só quero falar com você.
Vega perguntou: — Que coisas?
Carlos não respondeu, mas perguntou de volta: — Se a sua missão der errado, você morre?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...