Vega moveu os lábios e, de repente, sentiu o nariz arder com vontade de chorar.
Ele não sabia como era a vida das outras pessoas, só sabia que a sua própria vida era um caos.
Não gostava da sua família de sangue, e também não gostava da vida que levava agora.
Queria fugir disso tudo, mas também não tinha coragem de morrer.
Ainda havia coisas boas no mundo a que ele era apegado, pessoas com as quais se importava e problemas que não tinha terminado de resolver...
Os dois chegaram ao Hotel Cultura.
Elias olhou pela janela do carro: — Isso aqui é área do Carlos Belo, né?
Vega confirmou:
— Uhum. Esse é um dos lugares mais seguros da Cidade de Pão. Pra comer aqui, não precisa se preocupar em ser incomodado, e a comida deles é a mais autêntica e a melhor que tem.
Elias perguntou: — Tu confia mesmo no Carlos Belo?
Vega disse: — Eu acho ele mais de boa que muita gente por aí. Pode ficar tranquilo com a segurança. Ele não vai mexer com a gente. Se rolar alguma parada, ele ainda aparece pra ajudar.
Elias perguntou: — Mas ele ajudaria a gente por quê?
Vega disse: — Ele é a nossa dor de cabeça, e a gente é a dor de cabeça dele. Agora ele não vai deixar nada acontecer com a gente.
Elias ficou na dúvida: — Mas pelo que eu sei, ele tá com as coisas muito bem resolvidas agora. Se acha um, dá um jeito na hora. Sem dó nenhuma.
Vega disse: — Esse é o jeito dele de lidar com os outros. Ele não vai fazer isso com a gente. Bora, depois de comer eu te levo pra descansar no hotel deles.
Elias: — ... E ainda vamos ficar no hotel dele?
Vega confirmou com a cabeça: — Uhum.
Elias hesitou um pouco e depois concordou com a cabeça: — Beleza, tô nas tuas mãos.
Os dois saíram do carro e entraram no Hotel Cultura.
Não fazia muito tempo que eles tinham entrado, e Carlos Belo já atendeu uma ligação.
— Carlão, parece que o Vega trouxe alguém pra comer no nosso Hotel Cultura. Mandei as fotos pra você, dá uma olhada.
Carlos ainda não tinha chegado no Jardim No.1. Ele abriu o celular e deu uma olhada.
Era o Vega mesmo!
E o Vega não ia no banheiro coisa nenhuma. Ele saiu, catou um canto sem barulho e ligou pro Carlos Belo.
Carlos atendeu na hora: — Alô.
Vega disse: — Você falou que se eu precisasse de você, você me daria uma força.
Carlos apertou os olhos: — Manda.
Vega disse: — Tu vai fazer um teatrinho pra mim. Dá um jeito de mandar embora o cara que veio comer comigo, e são e salvo. Eu falei são e salvo, a parada tem que ser limpa. Ele tem que ir embora com saúde, e depois que sair, não pode levar castigo daqueles caras.
Carlos perguntou: — Quem é ele?
Vega mandou a real: — Aqueles caras mandaram ele pra me dar um apoio.
Carlos Belo: — É igual àquela posição de assistente do Arthur?
Vega: — Uhum. Mas ele não vai encostar em mim. Se der qualquer merda, ele pula na minha frente.
Carlos apertou os olhos:
— Entendi. Ele tá aí pra levar a culpa por você.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...