Ledo não se mexeu, e Cano também não ousou se mover.
O quarto ficou em silêncio por um bom tempo, até que um som veio do canto.
Nico caminhou com cautela até Ledo e acenou levemente com a mão na frente de seu rosto.
Ledo fingiu rolar durante o sono, dando um susto no garoto.
Nico recuou, e Ledo esticou a perna de propósito para atrapalhar.
O garoto desviou com agilidade e, mesmo com pressa, não fez nenhum barulho.
Ledo semicerrava os olhos, observando tudo por uma fresta e elogiando-o mentalmente.
Era difícil não fazer barulho em um navio como aquele.
Esse garoto era bom!
Não era à toa que ele conseguiu despistar os seguranças e entrar escondido ali.
Depois de testar suas habilidades, Ledo parou de interagir e apenas observou o que ele queria fazer.
Nico achou que Ledo estava dormindo e começou a procurar pelo quarto.
Ledo estava na despensa. O canto do quarto era uma bagunça, cheio de tranqueiras.
O garoto parecia estar procurando algo, mexendo aqui e ali.
Procurou por tudo, mas não encontrou nada útil.
Ele franziu a testa, frustrado, e decidiu procurar em outros quartos.
Mas antes mesmo de sair, ouviu um barulho e se escondeu rapidamente.
Um segurança abriu a porta, olhou lá dentro, confirmou que Ledo ainda estava no quarto, fechou a porta e foi embora.
Laín de repente pediu para Rosa mandar uma mensagem, perguntando quando Ledo voltaria.
Ledo fingiu se coçar, balançou a cabeça e usou o olhar para instruir Cano a responder.
Não podia voltar agora. Tinha um imprevisto. Explicaria os detalhes depois.
Depois de responder, Ledo virou de lado, de costas para o garoto.
Ele deitou no chão do barco, se encolheu e articulou palavras sem som para Cano.
— Vai lá fora com ele depois. Veja o que ele quer fazer e force ele de volta pro depósito.
Cano entendeu, esticou a língua e assentiu.
O quarto ficou em silêncio novamente. O garoto saiu de trás da pilha de bagunça.
Ele observou Ledo primeiro e, confirmando que estava dormindo, caminhou até a porta e olhou pela fresta.
Dali, conseguia ver dois seguranças.
Mas Nico não teve medo.
Ele bateu de leve no chão, e uma comoção começou lá fora.
— Que é isso? Na água, na água, tá chamando a gente!
— Que parada é essa? Você também viu?
— Eu vi! Tem cabelo, parece uma sereia. Veste umas roupas coloridas bem bonitas, é enorme.
— Cês tão vendo coisas, né?
— Não, eu vi mesmo!
— Eu também vi!
— Será que é armação daquele moleque na despensa?
— Acho que não. Acabei de ver ele, tá dormindo.
O grupo veio apressado na direção da despensa, e Nico se escondeu de novo.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....