Ledo apertou os olhos e disse:
— Até que você é ágil. Já disse que não vou te machucar, mas você me obrigou a agir. Veio buscar remédio?
Nico não conseguia se soltar e começou a bater o pé rapidamente no chão de madeira.
Pouco depois, um impacto pesado atingiu o barco em cheio, quase o virando.
O som de ondas gigantes batendo no casco ecoou lá fora, junto com os gritos estridentes dos seguranças.
Houve também o som de pessoas caindo na água.
E depois... gritos desesperados, como se tivessem visto algo aterrorizante.
Ledo perdeu o equilíbrio e escorregou para o outro lado do quarto.
Cano, que estava escondido na manga dele, acabou sendo arremessado longe.
Ledo não soltou o garoto, abraçando-o com força.
Nico estava desesperado, balbuciando algo sem parar.
Ledo não entendia. Antes que pudesse perguntar qualquer coisa, houve outro impacto violento e eles rolaram novamente para o outro lado.
Nico se debatia freneticamente, em pânico.
Ledo perguntou:
— Esse é o seu bichinho de estimação?
O menino continuou falando sem parar, mas Ledo não entendia uma palavra.
Ele só pôde chamar Cano:
— Cano, vai dar uma olhada lá fora!
Cano olhou para Ledo, esticou a língua e assentiu.
Cano desceu do corpo de Ledo e deslizou pela fresta da porta.
O navio era golpeado repetidamente, balançando tanto que parecia prestes a desmoronar.
Depois de um tempo, Cano voltou apressado e esticou a língua para Ledo.
Primeiro Ledo ficou surpreso, depois, curioso.
Ele olhou para Nico com interesse e disse:
— Se você quer remédio, eu tenho. Posso te dar alguns dos meus primeiro. Se precisarem de mais, tragam alguém que consiga se comunicar comigo para conversar.
— E, a propósito, toma cuidado. Ninguém nesse navio é flor que se cheire.
Ledo pegou o frasco do bolso, despejou três pílulas e estendeu para o garoto.
— Esse remédio ajuda a parar a dor, estancar o sangue, desinfetar, desinflamar e baixar a febre. Leva com você.
Nico ficou pasmo. Olhou para as pílulas na mão dele e depois para o rosto de Ledo.
Tinha uma expressão confusa.
Lá fora ficou um pouco mais silencioso. Cano, impaciente, balançava a língua sem parar.
Ledo disse ao garoto:
— Manda um sinal de segurança pro seu amigo primeiro, manda ele parar com a bagunça. O barco vai se despedaçar.
Depois de falar, Ledo soltou o garoto e deu alguns passos para trás.
Ele abriu as mãos, olhando para ele de forma muito amigável.
Nico hesitou e avaliou Ledo com desconfiança.
Lá fora, os homens voltaram a gritar:
— Lá vem de novo! Lá vem, escondam-se! Rápido! Dessa vez ele veio com tudo, vai virar o barco! Escondam-se!
O garoto franziu a testa e bateu o pé de novo.
Pouco depois, alguém gritou:
— Que foi? Ele foi embora?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....