O carro andou por mais meia hora até parar numa área residencial de madeira.
A área residencial estava fortemente guardada.
Podiam-se ver pessoas com armas pesadas em todos os lugares!
Macaco já estava acostumado com aquilo e desceu do carro numa boa.
Alguém se aproximou para cumprimentar calorosamente:
— Boa tarde, Sr. Macaco.
Macaco sorriu para a pessoa:
— Quanto tempo.
Ele abriu os braços para que a pessoa o revistasse.
A pessoa sorriu:
— Desculpe a indelicadeza.
Macaco disse:
— Faz parte.
Essa era a regra; se os outros fossem ao território dele, também teriam que passar por esse mesmo processo.
Eles aceitavam tacitamente a proibição de carregar armas para dentro da casa.
Terminada a revista, a pessoa estendeu a mão convidando:
— Pode entrar, Sr. Macaco, nosso chefe tá esperando lá dentro.
Macaco assentiu com a cabeça e caminhou para dentro.
No interior da casa, um idoso de cabelos grisalhos estava em pé em frente a uma mesa de estudos praticando caligrafia.
Macaco se aproximou:
— O Sr. Faria tem muito bom gosto, hein.
O Sr. Faria ergueu a cabeça e sorriu, dizendo:
— É que eu não tenho o que fazer, aí arrumo um passatempo. A idade chegou, não tenho a vida agitada de vocês, os mais novos.
Macaco disse:
— Tá brincando, né? O senhor ainda tá jovem. O presidente do País M tem lá seus setenta ou oitenta anos e tá na ativa. Na França, nessa mesma idade, ainda namoram. Seus cinquenta, sessenta anos, tão na melhor fase.
O Sr. Faria deu duas risadas altas.
— Por isso gosto de conversar com você, Sr. Macaco, sabe sempre o que dizer pra agradar. Aqui, essa caligrafia é presente pra você.
Macaco apertou os olhos, olhando para os caracteres recém-escritos.
— Proteger a verdadeira essência. Tem algo pra me dizer com isso, Sr. Faria?
O Sr. Faria sorriu:
— Não, só escrevi isso do nada. Aí você chegou de surpresa, então resolvi te dar. O que foi, não gostou?
Macaco sabia que ele não daria aquilo sem um motivo. Mas, já que ele não dizia, Macaco também não insistiu, e respondeu com um sorriso cortês:
— Gostei! Foi o Sr. Faria mesmo que escreveu, como eu não ia gostar? Vou mandar emoldurar e pendurar no meu quarto, pra olhar todo dia!
O Sr. Faria sorriu e o guiou até a sala de estar para se sentarem.
O subordinado do Macaco trouxe os presentes.
O Sr. Faria olhou e seus olhos brilharam.
— Coisa boa, hein! Dá pra ver de cara que é ginseng selvagem, e não é de poucos anos. Bem raro.
Macaco disse:
— Eu não entendo muito dessas paradas, mas disseram que faz bem pra saúde.
O Sr. Faria disse:
— Eu valorizo muito essas coisas. Então não vou fazer desfeita, vou aceitar.
Macaco assentiu:
— Tem que aceitar mesmo. Se não, vou achar que tem algum problema comigo.
O Sr. Faria deu uma risada alta.
— Eu posso ter problema com qualquer um, menos com você. Eu tô velho, não tenho filhos pra me apoiar, ainda espero contar com a sua ajuda quando eu já não prestar mais pra nada.
Macaco disse:
— Com a grana que o senhor tem, não precisa se preocupar na velhice. Mas fica tranquilo, se precisar de mim, prometo que não vou te deixar na mão. Você não tem filhos, eu não tenho família, vamos nos ajudar.
O Sr. Faria sorriu e assentiu:
— Fechado! A gente segue como parceiros.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...