— Se cuida quando chegar lá. O Triângulo Dourado já é um lugar onde tem gente querendo arrumar confusão com você, e com essas fofocas agora, tem muita gente que vai querer te matar.
— Tem gente da polícia brasileira infiltrada por lá. Se o bicho pegar lá ou se você precisar de ajuda, avisa a gente rápido, que damos a assistência daqui.
— Se for preciso, eu também posso mandar policiais pra lá dar cobertura pra vocês.
Carlos agradeceu:
— Valeu, se eu tiver precisando, eu peço socorro.
Jeferson assentiu e logo perguntou de novo:
— Dá pra contar qual é o motivo da sua ida pra lá?
Carlos explicou:
— Vou tentar resgatar uma pessoa. Se o Sr. Faria tiver com o meu homem, eu vou dar um jeito de tirar ele de lá.
Jeferson perguntou:
— Você vai precisar de apoio da polícia brasileira na sua ida dessa vez?
Carlos respondeu:
— Não vou precisar por enquanto. O que eu for fazer lá é somente de caráter pessoal, não tem ligação nenhuma com o Brasil nem com a polícia brasileira.
Jeferson entendeu de imediato o que ele queria dizer.
Aquele inferno do Triângulo Dourado, além de ser muito difícil de ser controlado por causa das questões geográficas...
O principal motivo é que ele se encontra bem no meio da fronteira de três países, uma verdadeira terra sem lei.
Mesmo querendo controlar, era impossível.
Ainda que os três países se unissem para isso, seria uma dor de cabeça das grandes, porque as leis de cada país são totalmente diferentes e as atitudes sobre as drogas variam também. Fazer a gestão de tudo isso era muito difícil de coordenar.
Ao criar problemas na área como um civil normal, aquilo recaía nas costas de alguém individual, não se estendendo ao tamanho de uma nação inteira.
Mas se a polícia se envolvesse, não daria mais para ser visto como algo pessoal, e à menor movimentação, o país todo já ficaria marcado em meio às polêmicas.
Jeferson comentou:
— O Brasil tem uma atitude muito clara em relação às drogas, que é a de tolerância zero. E como você e o Ivo são cidadãos brasileiros honestos, a nação tem o dever de proteger a segurança de vocês, ainda mais sendo o Ivo descendente de um mártir. Diante do perigo dele, tanto pela lógica quanto pela emoção, a gente tem a obrigação de agir.
— Então você não precisa se encher de preocupação. Tendo algum perigo, entra em contato rápido.
— Se você realmente não quer causar problemas para o país, eu posso quebrar o galho ajudando vocês em nome próprio.
— O pai dele, Magnus Macedo, era um velho parceiro meu! Nós até trabalhamos juntos por um bom tempo enquanto ele era vivo. Apesar de a gente ter se separado e batido muita boca em várias reuniões depois, nossos objetivos sempre foram os mesmos, e a nossa amizade nunca mudou.
Dizendo isso, Jeferson suspirou de novo.
— Eu vou te ajudar onde eu puder com o filho de um velho amigo meu. Não vou dar para trás com as minhas palavras.
Carlos concordou:
— Fechado. Se precisar de verdade, a gente não vai ter frescura de pedir pro senhor.
Jeferson assentiu e perguntou:
— Quando você planeja ir pra lá? Como você vai? Quer que eu arranje alguém pra te levar?
Carlos dispensou:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...