— A família Macedo é cheia de mártires, tem muito prestígio no Brasil. Se matarmos o Ivo, a polícia do Brasil não vai perdoar. Eles vão ficar de olho na gente pra sempre!
— O senhor sabe como a polícia do Brasil é. Se virarmos inimigos deles, não vão sossegar até acabarem com a gente.
O Sr. Faria franziu a testa:
— Quanto ao Ivo, se der pra não mexer com ele, não mexemos. Mas se ele quiser morrer, aí não tem jeito. Mesmo que a polícia do Brasil fique na nossa cola, se a nossa força for grande o suficiente, eles não podem fazer nada.
— Nós fazemos coisas ilegais, e eles têm que respeitar a lei. Isso por si só já é uma batalha injusta.
— A postura da polícia do Brasil é surpreendente, mas você tem que entender: por que o combate às drogas lá é tão forte, e mesmo assim não conseguem nos deter?
— O motivo é simples. O Triângulo Dourado não faz parte do território do Brasil, eles não têm jurisdição sobre nós. Desde que não contrabandeemos drogas pro Brasil, eles não podem nos fazer nada.
— Então o problema do Ivo é só uma questão de ter cuidado. Se der pra evitar, evitamos. Mas se tiver que bater de frente, a gente bate, não precisa se preocupar muito.
O braço direito assentiu: — Entendi.
O Sr. Faria continuou:
— Não vamos nos desesperar, temos que manter a calma. A pressa é inimiga da perfeição, entrar em pânico só atrapalha. Temos que aprender a nos adaptar à situação, sem ficar tentando adivinhar as coisas às cegas. Vamos decidir o que fazer com base na batalha de amanhã.
O braço direito assentiu:
— E sobre aquilo que o senhor falou antes? Vamos espalhar a notícia amanhã cedo?
O Sr. Faria respondeu:
— Vamos. Não importa se o crédito de hoje à noite é do Carlos Belo ou não. Houve mortes, o pessoal do Triângulo Dourado já o odeia de morte. Amanhã vamos nos aproveitar dele pra ganhar uns pontos! E mais, eu também tô planejando usar essa chance pra acabar com ele!
O braço direito assentiu de novo: — Entendido!
A batalha ainda rolava. No lado do Jota, o braço direito dele correu até ele apressado, com a voz tremendo:
— Che... Chefe, deu merda! Deu muita merda! Buááá...
Jota estava irritado: — Seu frouxo, fala direito!
O braço direito soluçou:
— A nossa mercadoria, a nossa mercadoria...
O braço direito estava em pânico total: — A nossa mercadoria... deu merda... deu merda!
Ele ficou gaguejando por um tempão e não chegava ao ponto. A cabeça do Jota estava uma confusão, ele foi até o cara e deu um chute nele:
— Fala direito, caralho!
O braço direito mordeu os dentes de dor e disse logo:
— Tivemos um ataque surpresa, a nossa mercadoria foi explodida!
Jota arregalou os olhos: — O que você disse?
O braço direito tremia os lábios: — Aquela mercadoria no nosso armazém foi explodida por alguém!
A respiração do Jota acelerou: — Aquela que a gente ia despachar hoje à noite?
O braço direito assentiu, balançando a cabeça com força: — Sim!
Jota arregalou os olhos e respirou fundo, demorando um bom tempo para se acalmar, e então rugiu:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...