Cada grupo tem a sua regra. A deles era que uma pessoa só tinha um contato acima dela.
Todos os membros não sabiam quem mais estava no grupo.
Podiam ter o próprio parceiro na frente, mas não reconheciam.
E quem era esse contato, eles também não sabiam.
O contato só passava as ordens de cima.
A menos que fosse uma situação especial, os chefes só passavam as missões por cima do contato.
E no grupo deles, a regra era clara, cada um com o seu contato tinha que andar junto. Tem que confiar, dar aquela força um pro outro.
Não importa quem for, quem vacilar com o outro, morre!
Era uma regra clara.
Ou seguiam as ordens da chefia e trampavam direito, ou, se desse ruim, os dois levavam punição da organização.
E era a punição máxima, morte direta!
Nenhum dos dois abriu a boca, o clima tava tenso.
Depois de um tempão em silêncio, o homem tomou a iniciativa:
— Tamos no mesmo barco, não precisa esquentar a cabeça. Vou dar um jeito de levantar as informações daquele cara.
O outro soltou um suspiro abafado, com a cara fechada:
— E tu vai investigar como?
O homem disse:
— Isso aí já não é problema teu, nem precisa se estressar. Se eu tiver novidade, te dou um toque.
Assim que o cara terminou de falar, antes mesmo de ouvir a resposta do outro, ele desligou na lata.
Ele parou na frente do aquário, encarando fixamente o peixão que tava lá dentro.
Com um olhar gelado e alerta, o peixe gigante o encarava enquanto nadava devagar pelo tanque.
O olhar não desviava do homem de jeito nenhum.
O cara franziu as sobrancelhas, levantou a mão e deu um tapa no vidro.
— Pá —
O peixe, tomado pelo susto, deu um pinote de longe num piscar de olhos, e começou a bater o rabo no aquário em completo pânico.
Ao ver a cena, ele abriu um sorriso maligno.
Ele riu com um — he he —, como se se sentisse satisfeito com o medo que o peixão tinha dele.
Ele olhou pro peixe e mandou a real:
— Quem fecha comigo, se dá bem; quem bate de frente, morre. Fica de boa aí que eu não faço nada contigo.
O cara encerrou a fala, pegou o celular de novo e fez outra ligação:
— ...
...
Cidade de Pão.
O grupo bateu um rango no Hotel Cultura, jogou conversa fora por um tempo e depois cada um foi para a sua casa.
Só o Ricardo não foi para casa. Ele foi com Querida para o Jardim No.1.
Assim que chegaram no Jardim No.1, a galera foi direto pro laboratório da Querida pra ver o velho.
Assim que botaram o pé no laboratório, Cano de repente enfiou a cara pra fora, todo empolgado!
Percebendo algo, ele desceu apressado do braço de Ledo, disparou pra direção oposta e logo sumiu da visão da galera.
Como Querida e Ricardo estavam na frente e Carolina colada nos dois atrás, os três foram rápido, não repararam na maluquice do Cano.
Mas Laín, Lucas e Miro, que estavam andando com o Ledo, notaram.
Os quatro pararam e se viraram ao mesmo tempo.
Lucas, curioso, perguntou:
— O que rolou com o Cano?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...