PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 16

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ALEMÃO NARRANDO

Eu estava tão drogado no dia anterior que quando eu acordei, eu estava com uma dor de cabeça dos infernos, parecia que eu tinha passado a noite toda na zona, e que parecia que minha cabeça ia explodir, eu estava tão irritado com aquilo. Então me levantei irritado comigo mesmo e fui até o banheiro, assim que entrei tirei a minha cueca e joguei no cesto de roupas, fui para o box, liguei o chuveiro na água fria, e entrei embaixo da água, e puta que pariu, isso vai me aliviar um pouco mais, respirei fundo e sentir aquela água maravilhosa caindo no meu corpo e na minha cabeça que fiquei por um tempo ali, até que eu fui acabando de tomar meu banho depois de um tempo. Vi que o cesto está um pouco cheio, então ao me enrolar eu sair do banheiro fui ao closet, vestir uma cueca e uma bermuda e sair do closet voltei no banheiro, peguei o cesto e levei para a lavanderia, eu precisava que minhas roupas estivessem limpinhas e cheirosas, então eu coloquei pra lavar. E claro que eu iria chamar a minha empregadinha, aquela puta do caralho. Então assim que deixei o cesto de roupa na lavanderia eu sair dali e fui para a cozinha, assim que cheguei lá, a minha mãe estava ali tomando café da manhã com a Luísa, quando procurei ela, a mesma não se encontrava ali, então me sentei ali na mesa em silêncio.

Mãe: Que cara é essa? - ela pergunta aparentemente chateada.

Alemão: A única que eu tenho. - digo olhando ela sério.

Mãe: Estou com tanta raiva de você, que você não tem noção. - ela diz e respiro fundo.

Alemão: Será que eu vou ter que ir comer em outro lugar nesse caralho? - pergunto puto da vida.

Luísa: Não fala mais nada tia. - ela diz e continua comendo.

Mãe: Não, ele está completamente errado com esse comportamento ridículo. - ela fala brava.

Alemão: Mais que porra mãe, para de apertar a porra da minha mente nesse caralho. - digo nervoso.

Mãe: Aprenda a respeitar a mesa, porque eu te dei muita asa pra você se criar, mais eu vou cortar as suas asas Théo. - ela diz brava e eu sei que ela tá certa.

Alemão: Tudo bem, foi mal. - digo e respiro fundo.

Ficamos em silêncio um pouco, eu fui tomando o café da manhã, até que eu acabei, eu fiquei sentado um pouco na mesa ali só ouvindo a minha mãe conversando com a Luísa, eu sei que as duas são muito amigas da Flora, mais eu tenho que ter cautela ao falar com minha mãe, eu ando sendo grosso demais. Respirei fundo e sair da mesa, eu fui caminhando até as escadas, eu subi para o andar de cima, e ao subir eu fui direto no quarto dela, assim que cheguei lá, eu abri a porta e lá estava ela deitada, por um segundo eu vi um brilho em seu olhar, era algo diferente que eu não sabia identificar o que era aquilo, mas pelo outro lado, eu lembrei do que essa desgraçada fez, então me aproximei dela, ela estava um pouco levantada, então eu puxei seu braço e perguntei se ela estava em um spar, ou em uma colônia de férias, e a mesma tremia muito, então dei o papo nela, e a joguei ali e sair fumaçando de raiva. Desci as escadas e fui andando até a porta, assim que sair da mesma, a puta da Vanessa estava ali no pé da minha porta, e ao ver ela ali eu fiquei puto de ódio, eu já deixei bem claro a essas putas que nunca chegassem perto da minha goma, eu não dou esse direito a nenhum das que eu como, assim que eu me aproximei dela, eu já estava com sangue nós olhos.

Vanessa: Alemão, preciso conversar contigo. - ela diz séria e eu pego forte no seu braço, e aperto e ela geme.

Alemão: Que caralho é tão importante a ponto de você vim na minha porta porra. - grito com ela e a mesma abaixa a cabeça.

Vanessa: É um assunto muito sério. - ela diz baixinho.

Alemão: Passa a fita logo caralho, tá enrolando porque porra? - digo nervoso.

Vanessa: Eu estou grávida. - ela fala e eu dou uma gargalhada.

Alemão: Mina tu perdeu o juízo? Desde de quando eu te comi sem camisinha? - pergunto rindo.

Vanessa: Tem quase um mês que você me procurou, e você me pegou de jeito, e você não usou. - ela fala e eu continuou rindo.

Alemão: Caralho, conta outra porque essa não cola. - digo sério. - Mina vai procurar o pai desse teu filho em outra quebrada, porque eu que não sou. - digo e ela me olha com os olhos cheios de lágrimas.

Vanessa: Eu tenho certeza que esse filho é seu. - ela diz e as lágrimas molham seu rosto.

cara, eu acho bom tu desenrolar esse doce logo, porque se esse filho ai não for meu, eu vou te matar tu ta ligada né? Jogar responsabilidade de outro nas costa de traficante. - digo nervoso, eu tenho certeza que eu nunca comi essa porra sem capa, afinal de contas nem se eu tivesse na maior droga do mundo eu seria louco de comer essa puta sem camisinha. - Ai mina, vamos no postinho, sobe aqui na minha garupa porra. - digo sério e eu monto na

acha necessário fazer mais exames? Sendo que eu já fiz tudo. - ela diz e eu já fico

me tirando como otário porra? - pergunto

- ela diz

Sobe agora nesse caralho, antes que eu perca a paciência. - digo nervoso e ela sobe, então acelerei a moto e dei partida para o postinho, eu quero tirar essa porra a

Devagar. - ela diz segurando firme em mim, então acelerei mais um pouco, e assim que cheguei em frente ao postinho, eu desci da moto e ela também, seguimos para dentro do mesmo, e assim que a puta da Mirian me viu entrando no postinho, já abriu um sorriso, caminhei até ela e assim que cheguei perto ela

Oi gatinho, o que devo a honra? - ela pergunta se insinuando, e claro que não ligo muito, mas claro que eu quero comer a buceta dessa