PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 18

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ALEMÃO NARRANDO

Me deitei para dormir, e até fiz isso, eu estava com um sono um pouco leve, até porque desde que eu me transformei o dono do morro eu nunca mais tive um sono pesado, o que me torna um homem praticamente sonambulo, não porque eu ando igual um zumbi dentro de casa, mas porque eu acabei sendo que ficar atento e esperto a qualquer momento, porque logo quando eu assumir isso, eu morava em uma casa mais simples, e acabei que quase fui morto ali mesmo, mas desde que eu aprender a ser um verdadeiro e dedicado dono de morro, foi que tudo começou a fluir na minha vida. Estava com aquele leve sono de sempre, quando eu escutei um grito, e eu sei que esse grito não é da minha mãe e muito menos da Luísa, esse grito foi da Flora, e eu não sei o porque mais algo me fez levantar em alerta, peguei rapidamente a minha arma e ao me levantar eu corri para o lado de fora do meu quarto, mas sabia que no quarto certamente ele não estava, então desci as escadas, e escutei um barulho vindo da cozinha quando o copo caiu no chão e fez um barulho se partindo todo, assim que coloquei a cabeça na porta eu vi um dos meus vapores estava agarrando ela, e ela se tremia toda, e ao ver isso eu não pensei muito, guardei a minha arma na cintura, e avancei em cima dele e comecei a lhe bater, eu estava cego de ódio.

Alemão: Seu filho da puta, com qual direito você invade a minha casa? - digo lhe dando socos na cara.

Vapor: Foi mal patrão, eu só queria um pouco dos serviços dessa garota. - ele diz e por algum motivo isso me deixa completamente irritado, voltei a lhe bater e ele tentou revidar mais eu estava com muito ódio acumulado, os meus poros estavam a flor da pele.

Alemão: No momento em que ela mora na minha casa, você não tem direito nenhum seu desgraçado, seu filho da puta maldito. - digo com mais ódio e lhe dou mais uns socos com ódio e acabo quebrando o maxilar dele. - Raro. - grito e rapidamente ele entra ali.

Rato: Chamou patrão? - ele diz e se surpreende ao ver o colega ali. - Como foi que ele entrou aqui dentro? - ele se pergunta e me olha sério.

Alemão: Eu quero que você leve esse filho da puta, e amarre ele no meio da praça de cabeça pra baixo, e coloca os pneus que eu vou fazer churrasco nesse caralho agora de madrugada. - digo nervoso e ao olhar na direção dela, eu não a vi ali, então me levantei e fui até o balcão e ela estava encolhida atrás do balcão com os pés machucados por causa do vidro.

Rato: Sim senhor, vou fazer agora. - ele diz e eu pego ela pelo braço, mas ela não conseguia ficar de pé, ela tremia muito, então eu me abaixei e peguei ela em meus braços.

Alemão: Leva ele daqui agora porra, e não olha nem pra trás se não tu vai perder os olhos porra. - digo nervoso e vou andando com ela para a sala, ela se permitiu deitar sua cabeça no meu ombro e chorava desesperadamente, e eu não conseguia entender o motivo dela está daquele jeito, já que ela não teria o que perder ali, até porque ela já deu pra qualquer um nessa porra de favela.

Florência: Muito obrigada. - ela diz com a voz trêmula.

Alemão: Não precisa me agradecer, eu vou te levar na minha mãe, e vou resolver o que aconteceu aqui, e quando eu voltar vamos conversar sério. - digo sério e subo com ela para o andar de cima, caminho até o quarto da minha mãe, bato na porta e alguns segundos depois ela abre, ao abrir e ver a Flora nos meus braços ela se assusta.

Mãe: O que aconteceu? -

Alemão: Um dos meus vapor invadiu a casa, e agarrou ela, a mesma com medo soltou o copo no chão e caiu e ela acabou se machucando. - digo sério e entro com ela no quarto da minha mãe, coloco ela sentada na cama, e a mesma se tremia demais.

Florência: Dona Graziela, foi horrível. - ela disse chorando desesperada.

Mãe: Oh minha menina, vem aqui, não vou deixar nada te acontecer. - ela diz com um amor enorme, e não sei o porque minha mãe atraiu esse apego todo por ela, me retiro do quarto dela, e vou caminhando até as escadas, desço as mesma, e vou até a saída da minha casa, ao sair eu fiquei na frente de todos os meus seguranças e olhei na cara de

Alemão: Seus filhos da puta, eu pago a vocês pra fazer a porra da segurança da minha casa, mas deixar qualquer um invadir a porra da minha casa? Estão dormindo? Ou vocês querem ir conhecer o diabo mais cedo porra? - pergunto e todos baixam a

a gente não percebeu que o Jotinha entrou na sua casa, se não teríamos impedido. - ele se justifica e eu fico com mais

Eu só não vou matar todos vocês agora, porque eu vou matar aquele cuzão lá na praça, mais eu vou deixar claro aqui que se da próxima acontecer isso novamente, eu matarei todos, podem fugir ou até mesmo ficar, mas eu vou matar. - digo nervoso, subo na minha moto e dou partida para a praça. Eu estava frenético, e iria descontar toda aquela minha ira naquele filho da puta, ele pensa que pode invadir minha casa e vai sair de boa dessa, ele vai aprender a nunca mais fazer isso, afinal ele não verá o sol amanha. Acelerei a moto até que cheguei em frente a praça, como sempre ninguém dorme cedo, e sempre tem curiosos em todas as partes, mas não liguei, apenas estacionei a moto e caminhei até onde ele

Tudo pronto patrão. - ele diz e tiro minha arma da cintura, dou dois tiro nas pernas dele e o mesmo gritou de

lembranças ao capeta seu filho da puta. - digo nervoso. - Joguem a gasolina. - falo e assim fazem, peguei um fosforo e toquei fogo nele, no mesmo instante o fogo estava alto demais, e só ouvíamos os

na praça enquanto ele gritava e se debatia naquele poste, então quando eu parei de ouvir os barulho dos gritos dele, sai dali e deixei ordens que assim que o fogo parasse de queimar, jogasse os restos mortais desse ser em qualquer lugar por ai. Então eu voltei pra minha moto, e montei na minha moto e dei partida para minha goma, agora eu vou resolver de uma vez por todas a Flora, eu quero a porra da buceta dela, está muito de cu doce, e eu não tô com paciência pra aguentar essa porra. A verdade é que além de ter comido várias puta esses dias, a única puta que eu não comi esses últimos tempo é ela, então hoje ela não vai escapar. Acelerei ainda mais a moto, eu estava tão cego de ódio que não pensava muito, até porque eu estava com ódio daquele cara ter agarrado ela de baixo do meu teto, e isso eu não admito. Então acelerei mais um pouco até que cheguei em frente a minha goma, assim que estacionei desci da moto e entrei em casa, a minha mãe estava