PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 23

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FLORÊNCIA NARRANDO

Eu realmente estava me sentindo mal, todo minuto estando ali eu não queria está ali, na verdade eu nem queria ter vindo para esse lugar, eu só vim depois de tanta insistência da Luísa, e mesmo assim me arrependi de ter saído daquela casa, ele com certeza vai dificultar ainda mais, e eu fui uma burra de ter acabado vindo, ele até foi gentil e ter deixado eu ver minha mãe, coisa que eu achei que nunca mais eu veria ela, mais pelo que eu vejo depois dessa afronta, eu tenho mais certeza de tudo, as coisas poderiam ter sido diferentes, mas acabei fazendo uma grane cagada. E sinceramente estou muito arrependida disso, eu estou profundamente arrependida disso, e agora quero ir embora e ele não vai me permitir ir embora e nem vai me levar pra casa.

XXX: O que é que essa sem sal tem? - ela fala para outra.

XXX2: Acho que deve ser só mais uma das demais que ele pega. - uma outra fala.

Luísa: Ela será o futuro desse morros, vagabundas. - diz séria, e as duas riem.

XXX: Meio difícil né? Ele não assume ninguém e nunca vai assumir, e todo mundo sabe que se ele for assumir alguém deve ser a Vanessa ou a Mirielle, então não vejo porque isso. - ela fala e a Luísa começa a rir.

Luísa: Continuem acreditando nisso, até porque também sabemos que papai Noel não existe né queridas. - ela diz irônica e da risada.

XXX3: Eu só sei que ele nunca vai assumir ninguém, e essa sem sal ai nunca vai ter ele. - ela diz sorrindo.

Luísa: Melhor ser sem sal, que esconde um brilho maravilhoso, impossível de ser apagado, do que passar na mão de qualquer um. - ela fala rindo, e nesse momento ele se levanta e me puxa pelo braço, ele vai me tirando dali, e uns homens estavam de olho em mim, e então ele tirou a arma da suas costas.

Alemão: Eu não fui claro suficiente? Eu tenho que atirar no olho de alguém? - ele pergunta bravo, e os caras abaixam a cabeça e ele sai me puxando dali, a Luísa acaba vindo atrás da gente, quando saímos de dentro o som não era tão alto quanto lá dentro.

Luísa: Alemão, solta a minha amiga, eu vou levar ela pra casa. - ela diz nervosa.

Alemão: Cala a boca porra, e some da minha frente, que eu vou ter que garantir que ela chegue em casa, por tua culpa porra. - ele fala

Luísa: Eu vou levar ela, eu dou minha palavra. - ela fala e ele olha pra ela.

Alemão: Aí Rato, leva a Luísa pra minha goma, tira ela da minha frente, que eu vou levar a senhorita aqui pra casa a pé, porque não posso levar ela na moto. - ele diz nervoso e o cara pega no braço da Luísa, a mesma reluta um pouco, e ele acaba levando ela dali.

Quando ficamos sozinhos, ele me levou para o meio dos carros, ele começou a falar um monte de coisa, e eu fiquei nervosa, eu estava com medo de que ele me fizesse algo, eu não queria que nada me acontecesse, mas eu procurei por isso quando acabei me permitindo ser influenciada pela Luísa, coisa que não era pra ter acontecido, e agora tudo que eu queria era apenas os braços da minha mãe, e acabar chorando em seus braços. Então ele falou umas coisas que eu não entende muito bem, mas eu não queria que ele me achasse que sou igual a minha irmã, ou igual aquelas mulheres daquela festa que vais e arrastar ou fazer tudo que ele quer, ou dar tudo que ele quer que eu der, iguais elas fazem, eu tenho dignidade, então quando ele me beijou de repente eu fiquei sem reação, eu tentei sair do beijo, mas ele insistiu e como o meu coração é traiçoeiro, eu acabei retribuindo o beijo desajeitadamente, eu não sabia muito o que fazer, e acho que ele também não, porque estávamos os dois sem saber muito o que fazer, então aos poucos fomos aprendendo a beijar com calma, e o beijo mais incrível acabou acontecendo, eu não sabia explicar, mais ele me deixou sem fôlego. Então depois da sessão de beijo, ele se afastou um pouco e me olhou nos olhos, mais eu estava cheia de vergonha, então eu me desculpei por ter correspondido, e expliquei que não sabia fazer aquilo, então tomada pela vergonha eu dei as costas para ele, eu estava com muita vergonha de encarar ele, eu respirei fundo e tentei dar o melhor para não me virar e tentar beijar ele de novo, então respirei fundo mais uma vez e ele tocou meus ombro, eu dei uma leve olhada, mas não me empolguei, dei graças a Deus quando ele tirou as mãos dos meus braços.

Florência: Me desculpe... - digo baixando a cabeça.

pra minha goma. - ele fala, e eu apenas me viro e concordo com a cabeça, sem falar nada vamos seguindo a pé, eu fui todo momento em silêncio, eu não queria ter que falar nada, ele também não puxou assunto, o que foi bom, então assim que chegamos na mansão, a gente entrou, mas aquele monte de homem ficou me olhando com uma interrogação na testa, e eu nem quis me movimentar nem nada, apenas entrei e ao entrar a Luísa se jogo nos

a Deus, eu achei que ele iria te fazer alguma maldade. - ela

Oh, minha menina, se eu soubesse que isso aconteceria com você, eu não teria entrado nessa loucura. - ela diz e me da um abraço e eu

Fiquem tranquilas, eu estou bem, ele não me fez nada. - digo tentando

que ele fez com você no baile, não foi legal, ele surtou, ele estava louco, e não é pra menos. - ela diz sorrindo. - Até eu ficaria louco se fosse homem. - ela diz e fico