PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 24

sprite

ALEMÃO NARRANDO

Quando eu deixei a Florência, com minha mãe e minha prima, eu sabia que ali elas iriam interrogar ela se eu havia feito algo com ela, porém eu não fiz, além de ter beijado ela, os lábios dela está gravado na minha mente, é como se eu tivesse paralisado naquele momento, eu não sabia como agir, porque pela primeira vez em toda a minha vida, eu acabei sentindo os lábios de alguém que eu mesmo quis beijar, afinal eu não gosto de beijar essas mulheres daqui do morro, nunca beijei, e nem quero afinal de contas não da pra confiar em ninguém, vai que elas tem doenças e é transmissível, então o melhor a ser feitos é isso, beijar mulheres que não boca qualquer pau na boca, vai que ela pega uma doença e passa pra mim, então por isso e outros motivos que eu nunca beijei, mas eu sentir uma enorme vontade e curiosidade de beijar na boca, e matei essa vontade nos lábios da Florência. Despertei no dia seguinte, com uma puta dor de cabeça, a verdade é que minha cabeça estava doendo pra caralho, isso é porque sempre que eu bebo, invento de ficar drogado, então sempre acontece isso comigo, então me levantei, fui ao banheiro fiz minha necessidades, e em seguida tomei um banho rápido e ao sair do banho fiz minha higiene, ao acabar eu sair do banheiro fui ao closet, coloquei uma cueca e uma bermuda, sair do closet, e fui para o andar de baixo, fui diretamente para a cozinha, mas ao chegar lá eu não vi a Flor, apenas vi minha mãe.

Mãe: Bom dia, meu filho. - ela diz sorrindo.

Alemão: Bom dia, mãe. - digo e vou me sentando, começo a arrumar minha comida, então começo a comer, e eu sei que essa é a comida da minha mãe. - E a Florência? - pergunto sério.

Mãe: Dormiu tarde demais. - diz terminando de arrumar a mesa.

Alemão: Tudo bem. - digo e continuo comendo.

Mãe: O que foi que você fez com ela ontem? Sua prima me contou o que você fez. - ela diz e reviro os olhos.

Alemão: O que eu faço ou não, isso não é da conta de ninguém, e não quero ninguém se metendo na minha vida. - digo nervoso e me levanto.

Mãe: Calma meu filho, eu só fiquei preocupada com ela, afinal ela é como uma filha pra mim. - ela diz e eu apenas balanço a cabeça e saiu dali, vou direto para a minha moto, assim que monto nela, já dou partida para a boca, eu estava nervoso e precisava chegar logo na boca.

Continuei pilotando até a entrada da boca, quando eu cheguei tinha algumas pessoas em frente da boca, mas nada de grave, era apenas o pessoal andando um pouco, sem contar que vai ter o pagode hoje na praça e eu vou pra representar como sempre, afinal toda semana damos festas aqui na comunidade, até porque o dinheiro precisa entrar, então temos que fazer nossos bailes e nossos pagodes para que conseguimos ganhar o pão. Então assim que estacionei a moto, eu desci da mesma e entrei na boca, assim que entrei fui direto para minha sala, assim que entrei a Érica estava ali, a mesma me olhou com um olhar safado, e avançou na minha direção, ela tocou o meu corpo, e começou a se insinuar, o que fez meu pau dar sinal de vida no mesmo minuto.

Érica: Oi chefinho. - ela diz igual aquelas puta de esquina, que só quer dinheiro.

Alemão: Fala Érica, tu quer pau? Eu te dou, agora não faz essa voz de puta não, que isso é broxante caralho. - digo sério e ela me olha sem graça.

Érica: Desculpa chefinho. - ela diz sorrindo e passa a mão pelo meu corpo.

MG: Atrapalho? - diz assim que vai entrando de vez na minha sala, e a Érica fica frustrada.

Érica: Sim, e muito. - ela diz e dou risada.

Alemão: Fala ai cara, tem algo importante pra mim? - pergunto sério e ele balança a cabeça positivamente.

Érica: E a gente? - ela pergunta me olhando fazendo bico.

Alemão: Circulando, daqui a pouco eu passo na tua casa. - digo sério e ela fica com os olhos cheios de lágrimas.

Promete? - ela pergunta e reviro os olhos.

você não for agora, eu não vou porra, então mete o pé logo. - digo sério e ela sai correndo da minha sala, vou até a minha mesa e me sento. - Passa a fita porra. - digo sério.

MG: Lembra aquela mina louca lá, que você comeu ela no asfalto quando se drogou pra caralho? - pergunta e fico sem entender.

Que mina cara, eu lá saiu do morro pra ir atrás de buceta em asfalto. - digo sério.

estava drogada caralho, ela apareceu lá na barreira do morro hoje, ela disse que você comeu ela, e agora ela tá grávida. - ele diz e eu fico sem reação, e eu lá meti meu pau em buceta desconhecida e ainda sem capa? Tem algo errado ai, eu posso ta mordo na droga, mais não transo sem

Alemão: Caralho mano, esse filho ai não é meu, eu posso tá na droga que for, mais nunca na minha vida eu como mina sem capa, posso tá drogada mais não louco. - digo sério.

MG: Então tem que da um jeito de provar isso porque ela tá louca querendo falar contigo. - ele diz e eu me levanto de vez.

Cadê essa puta? -

caras levaram ela para um dos quartinhos lá em cima. - diz e eu olho pra

Descobre com quanto tempo ela está, se bater os dias que vocês me pegaram lá naquela porra, a gente espera para fazer um teste de paternidade, se as datas não baterem, então joga pra fora do morro e manda ela caçar dinheiro em outra freguesia. - digo nervoso e

sair da boca, eu fui em direção a minha moto, montei nela e fui na casa da Érica, eu precisava me aliviar, o meu estresse estava muito maior do que eu posso controlar, então eu assim que cheguei na casa dela, eu não esperei eu entrei e ao entrar, ela já estava de pernas abertas, e com a buceta exposta, ela sorrio ao me ver ali, então eu tirei a minha roupa e coloquei a camisinha, ao por a mesma, eu fui pra cima dela, e comecei a comer a buceta dela, eu não sei o que estava me acontecendo, mas a vontade de gozar não vinha, então eu fui mais rápido, fechei os olhos por alguns segundos e acabei lembrando dos lábios macios da Florência, só foi lembrar e a porra do gozo saiu, então assim que acabei joguei o dinheiro sobre ela e sair dali, eu estava satisfeito temporariamente, então eu precisava olhar os olhos delas, então eu seguir pra casa, mas quando cheguei eu não vi ela, e não me atrevi a ir ao quarto dela, então respirei fundo e fui para meu quarto, tomei um banho e depois sair para ir para o pagode. Se passou 2 semanas, e eu estava afundando nas drogas, nada estava bom pra mim, eu estava com a cabeça revirada, eu precisava dos lábios dela, eu precisava sentir o cheiro do seu pescoço e do seus cabelos, mas eu prefiro me acabar na buceta das putas, ao reconhecer a porra do que está acontecendo comigo, sim eu estou igual os viadinhos de quatro por uma mina que só beijei uma vez, que nunca toquei na sua buceta, que nunca toquei em seu corpo, e a porra do meu pau não me obedece, quando eu vejo que não consigo dar o que a puta quer eu acabo agredindo elas, e coloco pra correr, porque eu não consigo gozar sem pensar na Florência, aquela feiticeira dos infernos, lançou um feitiço brabo em mim, só com a boca, eu imagino no dia que eu entrar nela, eu vou enlouquecer e sei que nunca mais sairei dali, eu preciso dela, então não aguentava as noites em claro, a droga que não tá me ajudando a esquecer só me lembra dela, o que me deixa louco, então não pensei muito, depois de beber uma garra inteira sozinho de uísque, eu sair do meu quarto e entrei no dela, a mesma estava deitada fitando o teto com aqueles olhos lindos, ao ver o corpo dela ali naquela cama a minha vontade foi pular em cima dela, e fazer ela minha, mas me contive, eu precisava me

aconteceu algo? - ela pergunta ao perceber a minha

Alemão: Aconteceu, aconteceu. - digo embolado.

meu Deus, você está bêbado, você se machucou? - ela pergunta

eu estou mais que isso... eu estou ferido... eu estou machucado... mas por um sentimento, que não quero admitir. - digo embargado pelo

Deus, você está muito bêbado, eu preciso te ajudar. - ela diz e se levanta, ao se levantar ela vem na minha direção, e ao se aproximar, eu aproximo meu rosto de seu pescoço, e sinto seu cheiro doce, mas acabo caindo por cima dela, e ela me segura, mas acabamos caindo juntos ao chão, acabo rindo da situação, mas ela fica séria. - Você vai se machucar, e ainda eu vou acabar me machucando. - ela diz e nesse momento, eu olho em seus olhos, e ela me olha nos meus, por um momento, eu sinto a sua mão macia no meu rosto, mais logo ela acaba me empurrando de cima dela, e eu me levanto com dificuldade, e lhe dou minha mão, ela segura e