PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 32

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ALEMÃO NARRANDO

Estava maior felizão por ter recuperado o controle do meu pau, talvez agora eu possa comer alguma dessas putas, eu vou fazer o teste, porque eu tô achando que eu não controlo mais ele, então assim que eu subi na minha moto, eu liguei a mesma e pilotei a moto rumo a boca, eu fico impressionado como esse morro me da lucro, mas ao mesmo tempo me da raiva porque tem muitas pessoas aqui não entendem quando a gente diz não nessa porra, ai os filhos das velhas acabam entrando, nesse mundo para poder ajudar na família, e as vezes elas os recriminam eles, o que me deixa indignado porque é através do dinheiro que eu pago a eles, então assim que eu colei na boca, eu olhei ao redor e estacionei a moto, os caras estavam ali fazendo a segurança. Então assim que eu desci da moto eu fui caminhando até a a entrada da boca, fiz toque com os caras e fui entrando, eu estava tão aliviado depois de tudo que eu fiz hoje, foi a melhor coisa que eu tinha feito hoje, até porque fazia dias que eu tentava ter algum tipo de contato com as mulheres, mais a porra do meu pau não estava subindo, eu até pensei em ir ao médico para me consultar, mais quando eu vi a Florência daquele jeito, eu sinceramente não sei o que foi que me deu, mas eu vou tentar algo hoje, e vou ver se aquela feiticeira do diabo me fez alguma coisa, sou tirado dos meus pensamentos quando o Rick chegou ali.

Rick: Fala ai irmão. - ele entra e vem direto até mim, ele faz toque comigo, e eu me sento em minha cadeira.

Alemão: A mania de vocês é demais, parece que a falta de bons modos não serve pra vocês né? Eu tenho que ensinar a bater caralho? - digo sério e o mesmo rir.

Rick: É mania chefe, mas deixa te passar a fita, o lance do sequestro ao filho do prefeito da cidade está tudo no esquema. - ele diz e apenas confirmo com a cabeça.

Alemão: Você e o MG armaram isso e vão continuar né? - digo sério.

MG: Claro, você sabe que precisamos pegar uma grana desse povo, que esquece que existimos, eles acham que só porque somos bandidos merecemos morrer, ou até mesmo ser preso, mas o que eles a sociedade que nós julgam tanto, não sabe que somos nós que mantemos tudo no equilíbrio, damos o nosso melhor para todos eles. - diz e eu tenho que concordar, a sociedade nós julga tanto, diz que devemos morrer, que devemos ser presos, mas são graças a nós que esse pessoal que mora aqui tem segurança, tem comida, tem tudo do bom e do melhor, mas ainda fazem questão de julgar.

Alemão: Tem razão cara, eu dou meu apoio, precisamos pegar mais uma grana para que podemos fazer os ajuste em tudo que está faltando nessa comunidade, precisamos da uma moral lá na quadra da criançada. - digo sério e ele sorrir, então o Cebolinha aparece ali.

Cebolinha: Desculpem interromper chefes, mas tem uma moça ai na frente querendo bater um papo com o chefe. - ele fala e os caras me olham.

Rick: Quem é essa agora? - ele questiona e eu fico cismado.

Alemão: Manda essa comédia entrar ai. - digo sério e ele sai, segundos depois ele me volta com uma loira, a mesma era alta, tinha um corpo mais ou menos, não era tão bonita, mas ainda sim olhei para ela. - Da o papo mina. - digo sério.

XXX: Eu sei que você não me conhece, mais eu queria conversar em particular. - ela fala e os meninos me olham, e sorriem.

Rick: Estamos puxando nosso carro. - ela diz e dou risada.

Alemão: Da o papo, e como é que tu se chama mina. - digo sério.

XXX: Me chamo Paula, mais todos me conhecem como Paulinha, e eu vim aqui mesmo foi para trocar uma ideia, e talvez você possa me fazer um grande favor. - ela diz sorrindo e começa a se oferecer, eu respiro fundo.

Alemão: Então Paula, que ideia que tu tem pra mim. - digo sério.

Paula: Então eu queria que você me fornecesse drogas, e eu te pagaria dando minha buceta pra você. - ela diz na maior cara de pau e eu gargalho na cara dela.

Alemão: Você tá me achando com cara de que vagabunda? - pergunto sério e ela sorrir sem graça.

Paula: É que eu gosto de da um tapa sabe, e ai eu vim aqui prestar os meus serviços e em troca você me pagaria com droga. - ela diz e eu me levanto com tudo da minha cadeira e caminho

Alemão: Eu não trabalho assim sua puta, vai dar essa sua buceta na casa do caralho, arruma outro trouxa, porque eu posso até ter cara ou pinta de trouxa, mas é apenas a cara mesma sua vagabunda de merda. - falo isso enquanto eu seguro no seu pescoço e arrasto ela pra fora da boca. - Se essa puta se atrever a vim aqui novamente, pode mandar bala, não sou obrigado a ter puta barata nessa porra, e outra coisa algum de vocês vai buscar a Vanessa aqui. - digo sério.

Sim senhor. - diz e

voltei para minha sala e fiquei ali resolvendo uns assuntos, até que o Cebolinha trouxe a Vanessa, e a mesa já veio se insinuando toda, o que eu acabei dando risada, então mandei ela ficar de pernas aberta que eu queria olhar a buceta dela um pouco, para talvez comer, então a vagabunda fez o que eu pedi, só que eu não conseguir sentir absolutamente nada, o meu pau não deu nenhum tipo de reação, então eu respirei fundo e mandei ela sair da minha sala, e dei uma desculpa que a buceta dela estava acabada e muito larga, e meu pau gosta de buceta apertada, então ela ficou constrangida e saiu da minha sala, e eu já estava na tensão pesada, no ódio mortal, até que eu pensei em ir ver a Florência, então eu suspirei e me levantei, eu fui até a minha moto, montei na mesma e seguir para minha goma, então eu acelerei a moto e em minutos eu cheguei em frente a minha goma, estacionei a moto e desci dela, eu entrei e assim que entrei eu vi todas ali, mas não vi

primo, saudades. - assim que ela me viu, se levantou e me deu um abraço, o que me deixou irritado, eu odeio

Não encosta, sabe que não gosto porra. -

Você nunca muda, esse é seu problema. - ela diz sorrindo. - Você sabe que você é como um irmão na minha vida. - ela diz e eu reviro os

Filho, você tem que ser mais calmo. - ela fala e

ai é perdido, não toma jeito nunca. - diz sorridente. - Mas a Flor, vai acalmar a fera dele, vai fazer ele ser alguém melhor. - ela diz e a Thalita acaba sorrindo com