PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 35

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FLORÊNCIA NARRANDO

Quando a gente chegou em casa, a gente foi comer, e depois subimos para o quarto, a minha intenção era ir dormir no meu quarto, porém o Alemão não me deixou ir, ele disse que queria que eu dormisse agarrada nele, porque se não ele não iria conseguir dormir, e eu concordei, afinal ele está ferido e eu não tenho capacidade de deixar ele sozinho, eu tenho que pelo menos ficar um pouco ali para que o mesmo possa se sentir seguro e que não faça nenhuma besteira. Então eu fui ao banheiro, eu queria tomar um banho, estava cansada, então avisei que iria tomar um banho e ele concordou, então fui para o banheiro, tirei a minha roupa e entrei no box, eu estava muito cansada, então assim que comecei o meu banho, eu fiquei alguns minutos ali pensativa, até que eu acabei, assim que acabei me enrolei na toalha e sai do box, eu peguei a escova nova que tinha ali no quarto dele, e usei, fiz minha higiene e ao acabar eu sair do banheiro e acabei pegando uma camisa dele. Coloquei no corpo e me deitei, ao seu lado, o mesmo se aproximou de mim e me agarrou com seu braço bom. Ele cheirou meu pescoço e eu sentir um leve arrepio por todo meu corpo.

Alemão: Cheirosa demais. - ele sussurra e eu sinto meu rosto queimar.

Florência: Assim você me deixa com vergonha. - digo sentindo meu rosto queimando.

Alemão: Só tô falando a verdade, além de cheirosa você está muito linda. - ele fala e vai passando a mão pelo meu corpo, então eu seguro a mão dele.

Florência: Você está ferido, não quero que se machuque por fazer besteira. - digo e ele sorrir maliciosamente.

Alemão: Não faz isso, eu vou pegar fogo dessa forma. - ele diz e eu acabo rindo.

Florência: Vamos dormir, que isso apaga, sabe que está ferido e fica querendo procurar as coisas, e eu não posso estou naqueles dias. - digo e ele apenas me abraça e acabamos dormindo agarradinhos.

Quando acordei no dia seguinte ele não estava mais ali, então eu me levantei, fui ao banheiro, fiz minhas necessidades, quando acabei fiz minha higiene pessoal e sair dali, eu fui para meu quarto, eu vestir um conjuntinho verde, então sair do quarto e fui direto para o andar de baixo, e assim que eu cheguei no mesmo, eu vi ele ali na sala sentado assistindo, eu caminhei até ele e assim que ele me viu o mesmo sorrio.

Alemão: Bom dia, Flor do dia. - ele diz e acabo ficando com vergonha.

Florência: Bom dia, você quer comer alguma coisa? - pergunto me aproximando dele.

Alemão: Sim, eu quero, mas essa coisa não está disponível para mim hoje. - diz sorrindo e eu acabo engolindo em seco.

Florência: Meu Deus, essa hora você está assim, eu perguntei se você quer tomar café. - digo mais baixo para ele ouvir porque eu tô morrendo de vergonha.

Alemão: Eu já tomei café da manhã. - foi ele falar e a dona Graziela apareceu ali.

Graziela: Bom dia, minha filha. - ela diz e vem em minha direção, a mesma beija minha testa e faz o sinal da cruz.

Alemão: Sua mãe está na cozinha, eu pedi para trazerem ela aqui. - ele diz e eu não consigo conter a minha felicidade, eu corro na sua direção e lhe abraço e num impulso eu beijo seus lábios o que o faz retribuir, e sorrir animado.

Graziela: Já vi que nossos esforços deram certo. - ela diz e eu fico sem entender e ela rir.

Alemão: Vai lá, ficar um pouco com ela. - ele diz e eu vou caminhando com a dona Graziela para a cozinha, e assim que entrei na mesma a minha mãe se virou, ela se levantou da mesa e veio na minha direção, e eu fui na dela, assim que nós aproximamos o abraço e o choro foi multo, eu estava tão emocionada, eu estava tão feliz por ela está ali.

Mãe: Minha menina, minha flor do meu jardim mais lindo. - ela diz enquanto chora abraçada a meu corpo, assim como eu choro a seu corpo, faz tempo que a vi, e me dói muito está tão perto mais tão longe ao mesmo tempo.

Graziela: Estou tão feliz por você está aqui Fátima, eu sei que as circunstâncias não são boas, o meu filho mantém a sua filha presa, mais a verdade é que ele tá apaixonado e não consegue se expressar, mas eu tenho quase certeza que ele vai por pra fora o meu Théo, eu tenho certeza que a sua filha é a luz da vida do meu filho. - ela diz chorando.

Mãe: Eu não entendo os motivos dele, mas se Deus quis esse destino para minha menina, eu só tenho que aceitar, e ela também até porque foi nosso senhor que assim decidiu. - minha mãe fala e eu concordo com a cabeça.

Graziela: Tenha certeza disso, e eu lhe garanto que eu sou extremamente grata a isso, eu estou feliz por isso ter acontecido de uma forma ruim, para um propósito maior. - ela diz e minha mãe me larga e da um abraço na dona Graziela, nesse momento as meninas aparecem ali e me

Thalita: Bom dia, Flor. - ela diz sorridente.

Bom dia, minha princesa. - ela fala e me da um beijo na bochecha.

Florência: Bom dia meninas. - digo sorrindo e elas sorriem.

Seguimos para a mesa de café da manhã, e fomos todas comer, quando eu estava acabando de comer, o Alemão apareceu ali e o mesmo falou que o Henrique tinha vindo buscar ele, e que ele ia na boca resolver uns assuntos, eu me levantei e fui até ele, e falei para ele ficar em casa, porque isso não é certo, que ele pode se machucar e o mesmo disse que eu podia ficar despreocupada, que ele não vai fazer besteira, vai só arrumar alguns papéis e volta logo, então eu fiquei mais aliviada, porém meus pensamentos voltam para a noite de ontem, eu acabei contando uma pequena mentira para ele, quando falei que estava doente, eu só não quero que ele se machuque, eu quero que ele fique em casa e que possa ficar sem fazer nada, mas ele é teimoso, e eu fico pensando o que adianta eu me negar a fazer algo e ele fazer outras que vão machucar ele. Suspiro frustrada e acabo voltando para a mesa, assim que me aproximo da mesma eu tentei disfarçar o que estava acontecendo comigo, mais a Luísa é muito esperta ela viu que tinha algo me incomodando, então ela se levantou e veio até mim.

Luísa: Amiga, vem vamos lá no meu quarto preciso te mostrar algo. - ela diz só pra distrair minha mãe e irmã dela e a dona Graziela.

Florência: Tudo bem. - digo e ela pega no meu braço e sai me puxando, a gente sobe para o andar de cima e vamos até o quarto dela, assim que entramos, ela me olha e eu jpa sei o que ela quer saber.

que é que tá te fazendo ficar com essa cara de cu? - ela diz e eu fico horrorizada com o que ela

olha o vocabulário. - digo com vergonha e ela rir. - É que ontem seu primo veio querer meu corpo e eu disse que estava naqueles dias, mais eu não estou, e agora a consciência está pesando. - digo e ela me

Não fique assim, eu sei que você não gosta disso, mas infelizmente eu te entendo você não quis que ele se machucasse, é compreensivo, mas se ele descobrir que é mentira, ele pode dizer que você está traindo ele. - ela diz e eu fico

Eu nem saio de casa, como é que eu traiu ele? - pergunto e fico andando de um lado para

Se acalma, porque assim você vai ficar tonta. - ela fala e eu

Tudo bem amiga. - digo e ficamos mais um pouco ali, conversamos e depois voltamos para minha mãe, eu me despedir dela e ela

minha mãe veio aqui, se passou alguns dias, e eu estava acordando muito tonta, e não sabia o que estava acontecendo, então o Alemão percebeu e então ele contratou uma médica para que viesse aqui em casa para que ela me analisasse e assim ela veio, a mesma veio aqui, ela fez uma bateria de exames em mim, e depois ela foi embora, eu estava debilitada, meu corpo não aceitava comida, eu acabava vomitando com tudo aquilo, me sentia muito tonta, até que no dia seguinte a médica veio com os exames e só estava eu e a dona Graziela em casa, assim que a médica entrou ela respirou fundo e me olhou nos

Bom dia, eu vim trazer os seus exames. - ela fala e eu fico

Pode falar, estamos ouvindo. - ela diz e eu fico olhando